<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722</id><updated>2011-10-06T15:35:19.073-03:00</updated><title type='text'>Blogadário Ficção</title><subtitle type='html'>Finalmente uma luz no final do seu túnel. Do meu também, confesso. Filosofia de boteco, sentimentalismo barato, obviedades, auto-ajuda e muito mais. Coisa séria também, às vezes. Os textos aqui não têm revisão e muitos foram escritos “ao vivo”, ou seja, diretamente no campo de escrita do blogger, sem correções. São histórias, contos, crônicas, manifestos e pensamentos que escrevi hoje, ou há muito tempo. Aproveite, pense e relaxe.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogadario.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3425684100361392406</id><published>2011-05-25T22:40:00.003-03:00</published><updated>2011-07-11T22:56:02.164-03:00</updated><title type='text'>Homenagem ao Primeiro de Maio. Ensaiando.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_oeS_yjVGvk/Td2vxS4yoAI/AAAAAAAAAfU/c0Nz8lvkLD8/s1600/txt.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610833972191993858" src="http://3.bp.blogspot.com/-_oeS_yjVGvk/Td2vxS4yoAI/AAAAAAAAAfU/c0Nz8lvkLD8/s320/txt.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 250px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3425684100361392406?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3425684100361392406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3425684100361392406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2011/05/txt.html' title='Homenagem ao Primeiro de Maio. Ensaiando.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_oeS_yjVGvk/Td2vxS4yoAI/AAAAAAAAAfU/c0Nz8lvkLD8/s72-c/txt.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7043297459716869877</id><published>2011-01-07T13:22:00.000-02:00</published><updated>2011-01-07T13:23:30.711-02:00</updated><title type='text'>O casamento - dupla de criação.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; "&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Faz tempo que não escrevo um texto com mais de 140 caracteres e que fale algo realmente sério, sem sátiras e ironias (e sem ser publicidade). Como criativo, senti a necessidade de defender a dupla de criação como uma “dupla de dois”, onde cada um é um e, apesar das semelhanças com o casamento – e mesmo no casamento –, penso não haver possibilidade alguma de existir verdade em “dois tornam-se um”. Não concordo com o sociólogo Domenico De Masi quanto à criatividade grupal, embora acredite plenamente no resultado do trabalho de um grupo de criativos. Na minha opinião, a faísca criativa original vem sempre de um único cérebro, sendo o resultado final, obviamente, a soma da expertise de diversas cabeças. Não tenho nada contra fichas técnicas com dezenas de nomes (nem mesmo no item “criação”), muito pelo contrário. Nem Leonardo da Vinci reencarnado teria capacidade intelectual de fazer o planejamento e o cronograma, criar, produzir (com todas as diretrizes e direções, pré e pós-produção), fazer o plano e reservar a mídia, efetuar a negociação e emitir as Notas Fiscais sozinho - mesmo com toda a tecnologia de hoje (fora os processos que estou esquecendo de escrever). É impensável tirar o nome de quem realmente contribuiu, mesmo que minimamente e de seu início de carreira, com uma campanha vencedora. Gosto muito de ver estagiários sendo premiados. Os que trabalham comigo, por exemplo, são merecedores de muitas honrarias, principalmente por topar desafios sem pestanejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;A analogia com o casamento é sacal, mas oportuna. Você conhece casais terrivelmente felizes? Provavelmente. Você conhece muitos desses casais? &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;Of course not&lt;/i&gt;. E é óbvio que precisamos aquecer, preservar e criar incessantemente novos motivos para manter um mínimo de contentamento mútuo. O problema é que isso só é possível quando os percalços ao longo da jornada são situacionais, não “congênitos”. Se o seu dupla está sem ideias hoje porque está de ressaca, situacional. Se está mal porque alguém morreu, brigou com a namorada, está sem tempo por causa do primeiro filho que nasceu, o casamento, situacional. Mas se sofre de depressão profunda, se gostaria de fazer outra coisa da vida, se a motivação é fundamentada apenas pelo pagamento das contas mensais, congênito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;Há redatores que exercitam mais a paciência que a escrita, trabalhando com diretores de arte que consomem apenas e tão somente blockbusters. Há diretores de arte que sofrem do mesmo mal, ao lado de redatores que idolatram best-sellers-há-mais-de-50-semanas-na-lista. E seria engraçado, se não fosse triste e irônico, o fato de que justamente a parte insípida da dupla, quando executado um bom trabalho, toma para si um mísero elogio de seu diretor, embevecendo-se demasiadamente &lt;st1:personname productid="em seu Olimpo" st="on"&gt;em seu  Olimpo&lt;/st1:personname&gt; de irreversível criatividade – enquanto quem trabalha sabe o quão longe está da plena realização. Do Grand Prix.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Consumir apenas Cultura Pop é o mesmo que comer apenas a sobremesa. E não há como sustentar inovações baseadas apenas em produtos, em detrimento da matéria-prima. Casa, sobremesa e roupa lavada nunca será uma boa proposta para quem deseja uma união verdadeiramente duradoura. Mesmo que o ponto final seja, para todos, inevitável. E para aquele que aceita tal oferta, só nos resta desconfiar exatamente dos problemas congênitos que eu já disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%"&gt;&lt;span style="font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;            &lt;/span&gt;Parece uma apologia ao casamento. E é mesmo. Afinal, todo mundo constrói tudo sabendo que tudo acaba, mais cedo e inesperadamente do que tarde. E compensa? Claro que sim. Mas o que vale é saber se você está investindo o seu tempo ao lado da pessoa certa. Ou, em outras palavras: se é falta de disposição ocasional ou pré-disposição genética.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7043297459716869877?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7043297459716869877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7043297459716869877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2011/01/o-casamento-dupla-de-criacao.html' title='O casamento - dupla de criação.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-612857825618129115</id><published>2009-09-02T22:09:00.001-03:00</published><updated>2009-09-02T22:09:46.158-03:00</updated><title type='text'>Republicação.</title><content type='html'>A propósito da vida predominantemente idiota, eu estou farto. Farto de futilidades. Farto de gente que adiciona pessoas no Orkut só pra ter um número a mais no contador, pretendendo ser o Roberto Carlos e ter um milhão de amigos, quando na verdade não tem meia dúzia daquelas amizades em que não apenas colocamos a mão no fogo, mas nos jogamos nele se for preciso. Estou farto de gente que bebe demais pra fugir de problemas, no lugar de enfrentá-los e poder olhar pra trás e dizer “venci, superei, aprendi”. Cansei de pessoas que falam demais para preencher o vazio que têm não no cérebro, mas na alma. Não agüento mais gente que dá muito valor em badalações e em ser popular, quando não se conta uma pessoa confiável na sua lista de conquistas. Chega de pessoas que gostam de jogar com o coração alheio para manterem-se superiores, quando na verdade mascaram um vazio tão imenso quanto seus complexos de inferioridade, além da covardia de se entregar. Estou farto de pessoas que têm medo de serem felizes e vivem a cada dia como se fosse o último, “aproveitando a vida”, quando na verdade estão correndo atrás do perigo, uma futura dor gigantesca chamada ‘tempo perdido que não volta mais’. Cansei de pessoas geniais, amorosas e verdadeiras que não falam o que pensam por medo, medo de serem oprimidas pela grande massa hipócrita e inepta. Cansei de tudo que não tenha um grande e perene valor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cansei de ser sincero, principalmente para aquela pessoa que está sempre na desconfiança. Não cansei de falar que amo àquela pessoa que me ama, mas tem medo e vergonha de dizer. Não cansei das pequenas atitudes de afeto nas amizades, que fazem com que lembrem de você pela vida inteira. Não cansei de aproveitar a vida a cada dia como se fosse o último, com consciência, atitude, sem pisar em ninguém. Não cansei de ser fiel aos meus amigos e às mulheres que tive, por mais anti-senso-comum (foda-se o senso comum!) isto seja. Não cansei de ser estúpido quando a verdade precisa ser dita de forma enérgica, me perdoem. Não cansei de investir naquela pessoa que tem um grande futuro, e naquela que nem futuro deseja mas tem grande coração. Não cansei do desconhecido, pois aprender é uma tarefa interminável e diária. Não cansei de muita coisa, não cansei de viver. &lt;br /&gt;E, principalmente, não cansei de você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-612857825618129115?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/612857825618129115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/612857825618129115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2009/09/republicacao.html' title='Republicação.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4288327923923353575</id><published>2009-08-08T23:41:00.001-03:00</published><updated>2009-08-08T23:41:26.233-03:00</updated><title type='text'>Mulheres feministas.</title><content type='html'>Não sou exatamente machista, mas o feminismo às vezes me pega de surpresa. Falta de costume, talvez. Se uma mulher te canta, ok. Se ela te convida pra sair, ok. Mas e se ela passa na sua casa pra te pegar, abre a porta do carro, puxa a cadeira na mesa do restaurante e ainda faz questão de pagar todas as contas? Você, homem, não iria achar que estaria sendo vítima de uma experiência (como “involuntário”), ou que a dita cuja fêmea da espécie estaria fazendo uma baita de uma ironia sobre as “normas sociais estabelecidas”, logo com você de personagem? Bom, aconteceu comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernanda não tem nada de anormal, exceto pela beleza acima da média. Mas tudo foi estranho: de repente ela me aparece (por engano, tenho certeza) no vestiário masculino da academia, eu seminu. E depois disso encasquetou comigo. Devo ressaltar que o “júnior” não estava descoberto e, mesmo que estivesse, ele não tem uma envergadura capaz de avassalar um coração daquela maneira. Embora seja anatômico, bonito, versátil, cheiroso... Bom, já deu pra entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aiii! Desculpa, me enganei!”. Assim. Eu? Fiquei com cara de paisagem, óbvio, e você sabe como é essa cara. É uma cara de bosta, de quem não tem tempo de reagir a uma situação bizarra. Ela ficou me esperando na porta para se desculpar ainda mais. E olha que eu demorei pra sair, fui tomar banho. Quando saí, nem lembrava mais do ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Olha, eu sou nova aqui, desculpa mesmo.”. Tranquilizei a moça e fui malhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro dia não havia ninguém na academia (e é a maior academia da cidade) – talvez por causa dos horários que eu costumo ir, quase nunca tem gente. Fui correr. De repente vejo, pela visão periférica, que uma linda loira se aproxima. Achei ser a instrutora, mas lembrei que a estagiária daquela hora era a Adriana, que é morena. Não havia absolutamente ninguém em todas as esteiras ao meu redor, aliás, não havia ninguém naquela ampla sala de cardio. Ninguém fora eu e a loira. Que resolveu correr exatamente do meu lado. Ignorei. Ela disse “Oi.”. Respondi com gentileza. Ela perguntou se eu lembrava dela. Eu disse que sim. Conversamos um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Oi, tudo bem? Vamos jantar no Matsu amanhã?”. Assim. Na lata. Dois dias depois do parágrafo anterior. Não titubeei, apesar de surpreso: “Vamos.”. “E que horas eu passo na sua casa?”. Ainda mais surpreso, sorri e disse: “21h ta bom pra você?”. “Combinado. Antes do fim da aula eu te procuro para pegar seu endereço.”. Deve ser pegadinha, pensei. Ela não vai me procurar antes do final da aula dela de Spinning. Mas foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que, minutos antes de ela passar em casa, eu estava tão nervoso quanto um adolescente de primeira viagem. Ridículo. Tremia, taquicardia. Ataque cardíaco quando ela chegou. Desculpem, mas eu preciso de um PUTA QUE PARIU para descrever a indescritível beleza que ela estava naquela noite. Vestido preto. Deliciosamente no limite da provocação com a elegância. Incrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abriu a porta do carro pra mim. Fiquei mudo mas sorri, forçando uma cara de “surpresa boa”. Conversamos trivialidades no caminho, mas no restaurante a coisa esquentou (vou transcrever o diálogo em breve). Chegando lá ela puxou a cadeira pra mim – preciso esclarecer que tudo foi, por parte dela, na mais absoluta naturalidade, como se ela fosse dinamarquesa. E pagou a conta no final, mesmo com a minha insistência, dizendo que para ela aquilo era “questão de honra”. Dá pra acreditar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso foi anteontem. Ontem conversamos mas eu ainda não a “saquei”, como é de praxe. Fico imaginando, com certa preocupação, a possibilidade de ela presenciar uma lâmpada queimar em casa. Ou o chuveiro. Será que ela vai me deixar trocar?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4288327923923353575?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4288327923923353575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4288327923923353575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2009/08/mulheres-feministas.html' title='Mulheres feministas.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7614687815084745324</id><published>2008-11-14T18:29:00.002-02:00</published><updated>2009-02-17T23:34:48.681-03:00</updated><title type='text'>30/10/2008.</title><content type='html'>Minha filha vai fazer um mês de vida na semana que vem. Sinceramente, nunca imaginei gostar tanto dessa experiência, a de ser pai. Coruja é apelido. Aliás, nem dava para ser coruja, sou 24h de Amanda. E Amanda é o Sol da minha vida, atualmente. É fácil? Não, não é. E por acaso as coisas muito fáceis tem aquele genuíno e delicioso sabor de realização? Conquistas são conquistas, presentes são presentes. A diferença entre o ganhar e o conquistar é de apenas alguns zilhões de anos-luz. Coisa pouca. E você, que agora lê, sabe de que estou falando. Minha esposa sempre diz que me conquistou e, como não discuto com ela, sempre digo: “Concordo, sempre fui um chato. Não mereço tanto.”. Por falar em esposa, agradeço (se você não recebeu um telefonema meu, forgive me) a presença de todos vocês, caríssimos convidados, em meu casamento, no começo do mês. Aos mais conservadores (eles ainda existem?), peço desculpas pela silhueta da noiva – fato que nossa natureza saudável e alegre não teve como evitar. Quero salientar a imensa alegria que sinto em tê-los, cada um de vocês, como meus mais íntimos entes queridos. Minha sogra, que Deus a tenha, sempre dizia que “Sabe-se que uma pessoa é querida quando em duas situações muita gente aparece: em seu casamento, ou em seu velório.”. Não saberei como será meu velório, mas meu casamento foi um sucesso. Lotado de gente fina, como você. Ah, e na frase de minha sogra, é necessária uma explicação: tem de ser gente conhecida (e querida) de um dos noivos ou do defunto – amigo de parente, mesmo que próximo, não vale. O fato é que amo vocês. Quanto ao casamento, recomendo. Talvez eu tenha descoberto que sou romântico (a paternidade faz cada coisa...), não sei ao certo. Minha lua-de-mel parece não acabar, e não falo de sexo, mas de sintonia. Recomendo, recomendo, recomendo. É muito bom confiar plenamente em alguém, há muito tempo eu não sentia isso. É uma sensação de paz, não aquelas passivas, inertes, fúteis. Mas uma que busca sempre o sentimento de bem-querer e de plenitude. E para com todos, não apenas os próximos. Se eu já era bom em tratar bem pessoas estranhas, agora virei um especialista. Portanto, recomendo em definitivo. Pelo menos até agora. E olho para o horizonte e não vejo perspectiva de mudança. Bom, tô indo. Minha filhota acordou e preciso pegá-la no colo. Só no meu colo ela descansa. Ela me ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma história que acabei de inventar. Quem sou eu? Um contista profissional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7614687815084745324?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7614687815084745324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7614687815084745324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/11/30102008.html' title='30/10/2008.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1537813002988193937</id><published>2008-10-30T00:06:00.003-02:00</published><updated>2008-10-30T07:14:36.019-02:00</updated><title type='text'>08/10/08 – quarta-feira – 6h20min</title><content type='html'>Infelizmente só tive tempo para escrever isto agora. Ok, também esqueci. Mas lembrei, finalmente. E parcialmente.&lt;br /&gt;O acaso, é ele. Ou o contraponto dele, para quem acredita (ou desacredita no acaso). Quarta-feira, do dia 08 deste mês, eu sonhei com alguém que, juro por Deus, não lembro agora – e também não lembrei no momento do ocorrido. Foi na parte da manhã desse dia. Não fazia calor. O fato é que eu acordei as 6:20 aproximadamente (eu jamais acordo nesse horário), pensando que já fosse 7h (meu horário padrão de wake-up). Levantei, peguei um celular que estava numa mesa próxima, vi que era 6:20. Pensei “bullshit” e voltei a deitar. Mal eu encostei na cama e o mesmo celular tocou. Número desconhecido. Lembro que não atendi, não tive paciência para esperar, era à cobrar. Senti uma sensação estranha, mas boa, diferente. Não dei a mínima e voltei a dormir. E sonhei que “o quanto era estranho eu ter acordado e, segundos depois, o telefone ter tocado, numa hora tão imprópria para se acordar e para se receber uma ligação, no meu caso”. Só sei que consegui adormecer novamente e sonhar novamente, um sonho bom, mas que não me recordo.&lt;br /&gt;No final da tarde desse mesmo dia, lembrei do ocorrido e fui ver no celular se havia a ligação. Não havia mais. Talvez porque eu tinha recebido algumas chamadas. Ou quem sabe tenha sido tudo um sonho. Estranho até hoje. Parece até um conto mal-acabado do Stephen King, logo comigo, que não li nenhum dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1537813002988193937?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1537813002988193937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1537813002988193937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/10/081008-quarta-feira-6h20min.html' title='08/10/08 – quarta-feira – 6h20min'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-6635423071216231671</id><published>2008-08-03T19:06:00.004-03:00</published><updated>2008-10-29T00:52:06.377-02:00</updated><title type='text'>Finados e um quase-finado: madrugada de 1º para 2 de nov de 2007</title><content type='html'>Quase-finado é exagero. Mas, depois desse dia, o Orkut já era. É isso mesmo. Na verdade eu estava pensando em escrever um texto curto, mas nunca consigo. Neste, breve tentarei ser.&lt;br /&gt;Uma coroa louca que trabalhava comigo me chamou pra sair. Não apenas eu e ela, deixo claro. Eu, ela e uns amigos dela. E azar: no Salomé (lugar de poucas e más lembranças, para a minha pessoa). Mas, como nunca fui supersticioso, apertei o botãozinho do “fuck off” e topei o convite (sou o recordista mundial em negar convites mas, às vezes, aceito – sem motivo lógico aparente, como foi este caso). Era uma sexta para um sábado. Eu havia acabado de ter a minha primeira aula de inglês com o Cara de Pônei Master, assim como também tinha conhecido uma kid (tá bom Vê, teen) de 20 anos – que trabalhava na escola – que seria minha ficante oficial dois meses depois (a Nuts Master). Mas esquece, isso não tem importância para esta história.&lt;br /&gt;O fato é que a coroa louca costumava me sacanear (e eu para com ela, óbvio), dessas sacanagens que se faz em ambiente de trabalho, uma coisa espontânea e genuína (desta vez sem ironia). Brincadeiras balzac-infanto-juvenis que foram parar até no Orkut – a louca chegou a fazer uma comunidade pra mim. O fato é que scrap vai, scrap vem (naquela época não dava para ocultar scraps), até que o ex dela, um imbecil-mor, achou que tínhamos um caso. Olha só que mother-fucker. Eu que não tava nem ficando com alguém, que tava super de boa e até meio triste, posei de Ricardão. E a coroa, óbvio, nunca fez o meu tipo.&lt;br /&gt;No bar, bebemos. O imbecil tava lá, em outra mesa. A coroa, na minha mesa mais dois amigos dela. Ela foi embora e deixou os amigos. Ficamos 3 na mesa (os dois amigos da coroa também eram amigos do imbecil-mor). Até que chegou ele, o ex, me cumprimentou, sorriu e, logo na seqüência, disse algo extremamente migué para começar uma briga: “Foi você quem falou mal do meu filho?” (o filho dele com a coroa é uma criança com meses de idade, eu havia mandado um scrap pra louca dizendo algo do tipo “leva o seu filhote na agência pra ele aprender com a gente” – ou seja, totalmente migué, puro ciúme da coroa, que foi comprovado depois). E veio brigar comigo. Os seguranças expulsaram-no. Não sem antes ele ter tido a oportunidade de rasgar minha camiseta (saí do bar praticamente sem camisa – sorte que estava em forma). Para variar, metade do bar era conhecido ou amigo meu, que me ajudaram a ir embora e a chamar a polícia. Algumas pessoas disseram que eu poderia denunciar ou processar pela humilhação sofrida, etc. Não o fiz, não considerei humilhação, não tenho vergonha dessas coisas, achei até engraçado um tosco daquele não conseguir me ferir, eu que estava trêbado. Um pobre coitado. Óbvio que fiquei com raiva, óbvio que quis retaliar, mas pedi conselhos a pessoas mais velhas para não fazer besteira com a integridade física dele.&lt;br /&gt;No dia seguinte, liguei para a coroa e ordenei que ela excluísse a comunidade e os meus scraps. Fiz o mesmo com o meu perfil. Depois daquela, eu que já estava com vontade de sair da comunidade, não tive dúvidas: xau, xau.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-6635423071216231671?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6635423071216231671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6635423071216231671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/08/finados-e-um-quase-finado-2-de-nov-de.html' title='Finados e um quase-finado: madrugada de 1º para 2 de nov de 2007'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-6842356391481432637</id><published>2008-08-02T15:51:00.003-03:00</published><updated>2008-08-03T00:43:26.979-03:00</updated><title type='text'>Alguns esclarecimentos e outras bobagens.</title><content type='html'>1. Finalmente choveu um pouco (pouco mesmo) aqui nesta cidade, ficamos quase 2 meses sem chuva. Tava ficando difícil.&lt;br /&gt;2. Estou com medo do verão. O inverno já vai acabar e tivemos apenas 2 dias de frio intenso, ou seja, o verão vai ser de torrar. Justo este ano que aprendi a gostar muito do frio.&lt;br /&gt;3. Você percebeu que estes blogs não permitem comentários há muitos meses. Eu estava recebendo vírus por e-mail, por isso tirei. Não tenho previsão para deixar rolar novamente.&lt;br /&gt;4. Não sei quando, mas, um dia, isso tudo vai se transformar numa comunidade de pessoas selecionadas para postar coisas interessantes, novidades.&lt;br /&gt;5. Minhas 3 frentes abertas ao grande público (as outras 2 continuarão só para &lt;span style="font-style:italic;"&gt;friends&lt;/span&gt;, são independentes e não fazem parte do Google) – Leiame.doc, Blogadário e Orkut – terão atualizações diárias (não as 3 no mesmo dia, e às vezes modificações mínimas). Além disso elas serão interativas entre si, por exemplo: uma história do Blogadário pode estar vinculada a um anúncio do Leiame ou à uma foto do Orkut.&lt;br /&gt;6. As histórias aqui publicadas são ficção, realidade ou parciais (parcialmente ficção, parcialmente realidade). De hoje em diante postarei os textos, deixarei alguns dias e, num novo post, darei a informação de quais são ficção e quais são realidade (e quais são parciais, em percentual).&lt;br /&gt;7. Pra começar, o diálogo de Pink e Cérebro é 100% criação minha, pois ele jamais existiria pelo simples fato de que foi inspirado na personalidade de 4 pessoas (2 Pinks e 2 Cérebros) que realmente conheço. Pink jamais teria uma atitude tão petulante se não fosse a outra pessoa; Cérebro jamais seria tão radical, pois ninguém é. Aliás, esses dois personagens são antigos, há muito conteúdo deles para publicar.&lt;br /&gt;8. Odeio explicar piadas e criações, mas o Capítulo VIII (aqui abaixo) sobre J e M sofrerá alterações nele mesmo, aumentando o volume de seu texto, sem mudar a data/hora do post.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;That´s it!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-6842356391481432637?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6842356391481432637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6842356391481432637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/08/alguns-esclarecimentos-e-outras.html' title='Alguns esclarecimentos e outras bobagens.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1108764401806310298</id><published>2008-07-30T23:11:00.012-03:00</published><updated>2008-09-21T22:45:40.535-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO VIII: O envolvimento (ou desenvolvimento, como preferir). Versão de João.</title><content type='html'>João, lógico, era homem. E não há nada mais a explicar sobre isso. Apenas que João era um pouco menos impulsivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele, João, sabia que Samara era uma interesseira &lt;span style="font-style:italic;"&gt;full time&lt;/span&gt;, mas não ligava, gostava de ouvir idiotices de vez em quando, só pra relaxar. A princípio, considerava Maria o mesmo tipo de pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela segunda-feira João estava lotado de trabalho. Era meio ou final de tarde, seu celular tocou. Era Maria. Ele viu e pensou: “Será que eu atendo essa louca?”. Resolveu atender. Maria então disse uma coisa que seria recorrente no relacionamento entre eles: “Não me ligou mais... Sumiu porquê?”. João então disse: “Maria... Eu vi você no sábado... E estamos numa plena segunda-feira... Tem balada hoje por acaso?”. E Maria: “Nossa, mas tem dia pra ligar? E daí que é segunda-feira?”. João não se lembra direito, mas ele acha que começou a ver Maria um pouco diferente depois dessa data. Isso porque, até então, nem a hipótese de ficar com Maria havia passado pela cabeça dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João bebeu demais, vodka. Ele não podia beber vodka, sempre que bebia esquecia de tudo, amnésia total. Incrivelmente, naquela balada em que foi com Maria e suas amigas (colegas), não teve falhas na memória. Ele não sabe explicar, mas não xavecou Maria. E beijou uma menina rapidamente somente depois de ver Maria beijar o gordo. Foi engraçado. Logo após ver Maria beijar o gordo João se afastou, parou um pouco para beber, e sentiu a mão de alguém apalpar a sua bunda. Mais que depressa segurou a mão da menina, virou-se para avaliar, e beijou. Sussurrou seu nome e seu número de celular e foi embora. No dia seguinte, João estava saindo da academia, a “Cia Athletica” da cidadezinha, quando recebeu uma ligação de Maria. Atendeu. Maria pediu pra que ele não comentasse nada. João disse que não vira nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu vou te agarrar hoje à noite”, disse Tha para João, pelo Messenger. João respondeu: “Pode agarrar, mas eu acho que vou com uma amiga, a Maria.”. Foi buscar Maria e a outra amiga, depois deixou a outra e foi para o posto com Maria. João sabia que Maria era seu tipo de mulher. Por isso tinha receio de investir e acabar se envolvendo de verdade. Se tivesse a certeza de que não se apaixonaria, já teria feito algo. João era cheio de planos, e nestes planos não estava, pelo menos no curto prazo, se apaixonar. Foram pra festa. Passaram no camarote da Tha que, ao ver Maria, ficou receosa em agarrá-lo. Saíram para dançar, de leve. Um ficante recente de Maria chegou beijando ela na boca. João ficou puto e, ao mesmo tempo, aliviado. Maria ficou perto de João a maior parte da noite. Escapou algumas vezes para beijar o tal, avisando João. João, apesar de sentir um cheiro patético no ar, não tentou xavecar ou beijar nenhuma menina nessa noite, tampouco sofreu flertes. Levou Maria para a casa dela e não tentou aproximações. Tha, no outro dia, ligou para João perguntando se ele estava namorando a tal da Maria. João disse que não, que eles não estavam nem ficando. Tha então disse: “Impossível! Parecia um casal! E vocês estavam de mãos dadas!”. João: “Eu que digo impossível, sua louca. Nós nunca nem beijamos... E com relação a estar de mãos dadas, eu nem sei como é a mão dela, nunca nem peguei.”. Tha: “Não acredito! Eu vi, juro! Aliás, acho que vocês devem namorar! Formam um lindo casal! Pelo menos foi o que eu senti...”. João achou aquela conversa muito estranha, Tha era uma menina totalmente inocente, apesar de seus 27 anos. E sensível, segundo ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esforçava para não demonstrar, mas João definitivamente sentia ciúme de Maria. Um ciúme saudável, vontade de ter a pessoa que se gosta sempre por perto pra cuidar, preservar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele sábado João havia recebido ligações de duas pessoas: sua ex e Maria. Dispensou o flashback com a ex. Resolveu aceitar ir no pagode com Maria e foi no local onde ela trabalhava para pegar os convites. João considerava Maria uma bonita mulher. Mas, naquela tarde, ficou impressionado com a sua dela beleza. E Maria não estava produzida, mas João ficou pasmo, muito linda ela estava. Pegou os convites, combinou a hora e ainda teve que ouvir uma pseudo-cantada de Leopoldina, do tipo “lógico que a festa estará boa, eu vou!”. João fingiu que não entendeu – esta era a especialidade dele – e foi embora. À noite, foi pegar Maria e, na seqüência, Leo. Maria estava num vestido verde, maquiagem leve, exatamente como João adorava: simples e linda. Quando estava na frente da casa de Leo, João recebeu a ligação de Tha, sua amiga. Conversavam à respeito do aniversário de uma amiga de Tha, onde ela estava naquele exato momento. Foi quando Maria chegou e fez aquela brincadeira de tirar o apoio da perna com o joelho na parte de trás. João levou um susto e, quando virou, sentiu vontade de agarrar Maria. Não o fez. Foram pra festa. João não sentiu vontade de conversar com ninguém, apesar de ter conversado. Ficou observando Maria, nos momentos em que não estavam juntos. Um rapaz, não feio e não bonito, conversou com ela por vários minutos e em várias ocasiões, não conseguindo um beijo. Quase no final, João não lembra como e não sabe o porquê, saiu para dar uma volta de carro com Leopoldina. Beijaram-se. Leopoldina não era bonita (também não era feia, mas a balança era levemente pendente para o lado ugly), nem interessante e tinha, apesar de não ser, uma leve tendência to be fat. O beijo foi muito bom, segundo João. Ele gostou. Não a ponto de combinar de saírem e se encontrarem mais vezes, nada disso. Era aquilo e só. Quando foram embora, tiveram que levar Leo junto. João não queria e não havia programado isso. Semi-bêbado, João fez questão de dirigir na estrada, para provocar Leo, que insistia em guiar. Foram deixar Maria na casa dela, depois foram para um fast-food árabe. Lá chegando, João recebeu um SMS de Maria e respondeu. No fast-food, João deu uma de louco para provocar Leo, e conseguiu. Chegou até a gritar no meio da rua, Leo ficou puta. Como haviam uns amigos de Leo lá, ela acabou deixando João ir sozinho pra casa. No dia seguinte, João recebeu telefonemas de duas pessoas: sua ex e Maria. Sua ex disse que o havia visto no fast-food árabe, de madrugada, gritando com uma menina horrível, no meio da rua. João disse que era uma louca que estava querendo ficar com ele (ou seja, disse a verdade). A ex não acreditou e disse: “Querendo ou ficando? Não acredito que você me trocou esta noite por uma mulherzinha dessa... Tchau”. Maria também ligou. Disse que ele havia prometido ligar para Leo, ele negou. E pensou que seria interessante aceitar o convite que Maria fez: “O que você vai fazer hoje? Passa aqui depois, pra gente conversar um pouco”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João estava dormindo quando o telefone tocou. “Você vai passar aqui?”. “Sim.”, disse João. João não tinha certeza se queria ver Maria. Na semana anterior, e portanto anterior à festa do pagode, eles – Maria, João e Samara –, foram num bar chamado King Kong. Foi chato. Quando foi levar as duas para as respectivas casas, João foi no caminho da de Samara primeiro, mas Maria pediu para deixá-la antes. João não sabe se foi por causa da mãe de Maria, ou se ela, Maria, queria evitar algo. (talvez porque Maria não conhecesse João nessa época: ele jamais a beijaria sabendo que ela acabara de beijar outro). Fuck off. De repente, João sentiu vontade de ver Maria. E lembrou que ela tinha acabado de dizer que ia na loja de Samara, e ele não queria isso, Samara iria empatar a situação deles. Ligou para Maria: “Você já chegou na loja da Samara?”. “Droga. Eu estava ligando pra você exatamente pra dizer que não queria que você fosse aí... Agora ela vai querer ir embora junto com a gente!”. “Que saco. Mas beleza, to passando aí.”. Foram pra casa de Samara e, na chuva torrencial que caía, Maria e João ficaram presos no hall de saída do prédio, Samara estava no carro. “O que a gente faz com ela?”, disse Maria. “Não sei.”, respondeu João. “Mas com você eu sei muito bem...”, e a beijou no escuro, quando o temporizador desligou. Pelo menos essa era a vontade de João, que mais uma vez se conteve. Nada houve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Que voz de morta.”, disse João. Maria, gripada, havia ligado para ele para pedir que a levasse em algum lugar pra fazer alguma coisa, João nem prestou atenção na hora. Mas disse que sim, beleza. Passou na casa de Maria e foram. Na volta, Maria pediu para passar no Mac Donald´s, no drive. E foram juntos. Quando estava comendo, Maria recebeu uma ligação. João sacou na hora que era homem, e que estava querendo vê-la naquele momento. João fingiu que não entendeu. E fez cara de paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um domingo à tarde. Totalmente de ressaca, João acordou e entrou no Messenger. Mal entrou e Maria o chamou. Precisava que ele a levasse na rodoviária. Ele perguntou que horas que ela iria sair. Ela disse que o ônibus saía dali meia hora. João então pensou em inventar alguma desculpa para não levá-la, pois tinha acabado de acordar e estava de ressaca. Não conseguiu mentir, não conseguiu, mais uma vez, negar o pedido de Maria. Em 19 min estava na casa dela. Quando estavam juntos a caminho da rodoviária, Maria falava algumas coisas que João mal compreendia, tamanha a ressaca e o sono. Suas respostas estavam simplesmente no piloto automático. Carregou as malas de Maria e se despediu rapidamente. E foi embora dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João recebeu o aviso de Maria, ela chegaria na cidade pra ficar um dia e meio antes do carnaval. Resolveu mandar uma resposta chata, evasiva, fugitiva, pois não estava com vontade de vê-la, ela que fosse se divertir com “o outro”. O SMS que mandou era mais ou menos dizendo para ela entrar com contato com ele quando ficasse mais tempo na cidade. Ligou para uma amiga e a convidou para sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João acha que era segunda de carnaval, ele não tem certeza. Estava na cidade, tinha resolvido não viajar. Era início de noite, havia combinado de sair com alguns amigos. De repente, recebeu um SMS de Maria dizendo que ele seria “titio”. João ficou vermelho de raiva e, na mesma hora, ligou para Maria. Houve uma leve discussão. Na verdade, Maria quase nem chegou a contra argumentar. João, em outras palavras, disse: “Titio o caralho!”. Ficou tão puto que, assim que desligou o celular, deletou o nome de Maria da agenda. Como ainda não estava apaixonado e, por conseqüência, ainda não havia decorado o número de Maria, João o excluiu para garantir que ele mesmo não mais tentasse falar com ela.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi difícil esquecer Maria depois de deletar o seu dela nome do celular. Afinal, João ainda nem gostava de verdade dela. Só um pouco. Em seus planos estava pedir demissão do lugar onde trabalhava, e se mudar para uma cidade maior, mais interessante. É por isso que João, nessa época, definitivamente não estava disposto a compromissos. E corria deles. Chegou até a propor a uma amiga uma amizade colorida, com data para começar e para terminar. A menina aceitou. O tempo definido foi de 4 semanas. O que não aconteceu, pois o ciúme da garota começou a perturbar a "estabilidade" da "relação" - eles haviam definido que o ciúme não seria aceitável. Mas o ponto final foi quando João recebeu um SMS de Maria. Era mais ou menos assim: "Oi rapaz! Tudo bem? Saudade de você! E as novidades? Me liga.". A menina viu a mensagem e ficou uma arara. Uma arara somente vermelha, tente imaginar. João então disse que o ciúme dela já estava ficando gripado, com tendência a doentio, e pegou o celular da mão dela. Disse: "Olha só, nem tenho o número dessa louca na agenda, nem sei quem é, deve ser engano.". "Engano o cacete! Liga pra gente ver.". "Ok, ligo e provo.". João ligou e, no "alô" de Maria, já reconheceu a voz. Conversaram rapidamente - com a menina fazendo cara de choro, mas sem interromper -, João desligou o celular e resolveu terminar a amizade de amor ali mesmo. E adicionou Maria novamente em sua agenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João, quase sempre que estava em algum bar ou baladinha, recebia alguma mensagem de Maria. E respondia na hora. Ou ligações. Mas as ligações eram normalmente em dias improváveis, terças-feiras, por exemplo. João gostava muito de receber essas mensagens, pois eram sempre inesperadas. E sempre recheadas de um carinho implícito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado. Aniversário da Tha. João havia prometido sair com Maria e também ir ao aniversário da amiga. Maria ligou quando João estava no churrasco. Não deu pra conversar muito, mas combinaram de João passar na casa onde Maria também estava num churrasco com a Mãe. João, quase no final do churrasco, recebeu uma intimada de Tha. João: “Sua prima sumiu depois que acabou a luz, percebeu? Deve estar dando uns pegas naquele carinha que ela estava esnobando...”. Tha: “É? E que tal a gente sumir também, para dar uns pegas?”. João ficou sem graça e deu uma resposta evasiva. Tha era uma mulher, apesar de bonita, totalmente avessa às características que João apreciava numa mulher. E, naquela noite, ele queria ver Maria. Fazia um pouco de frio. Passou na casa onde Maria e a mãe estavam, confundiu a mãe com uma amiga. Levou Maria para a casa dela, pois ela queria escovar os dentes. Foram para o Juca. De cara – e João percebeu isso, ele até chegou a pensar que esta noite foi o começo de todos os jogos entre os dois – percebeu que Maria sentou na mesa numa posição que dava para ver todo o bar. E que ela olhava para outro rapaz, bonito, em outra mesa próxima. João, por sua vez, disse algumas palavras sobre sua ex que estava presente. Maria disse alguma coisa que João negou. Fingiu que acreditou em algumas mentirinhas de Maria e foram para outro bar. Nem entraram. Ouviram “Up in Arms”, de leve, enquanto conversavam um pouco no carro. Foram para a casa de Maria. Após a primeira despedida dentro do carro, João resolveu (após pensar muito, como não acontecia com nenhuma outra mulher, pois Maria lhe causava uma insegurança muito grande) pedir um beijo. Beijaram-se. João foi embora e resolveu mandar um SMS pedindo para que ela ligasse para ele no outro dia. No domingo, ele foi para a chácara dos pais. E sabia que Maria não iria ligar. Óbvio: no roteiro da conquista, naquele momento, essa era a função dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1108764401806310298?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1108764401806310298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1108764401806310298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/captulo-viii-o-envolvimento-ou_30.html' title='CAPÍTULO VIII: O envolvimento (ou desenvolvimento, como preferir). Versão de João.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3826128006580826815</id><published>2008-07-30T23:05:00.016-03:00</published><updated>2008-09-21T22:42:24.099-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO VIII: O envolvimento (ou desenvolvimento, como preferir). Versão de Maria.</title><content type='html'>Maria era homem. Pelo menos no quesito de separar sexo, de amor. Maria separava essas duas atitudes com extrema destreza. Aliás, era mais fácil ela resolver seus desejos físicos com alguém pelo qual não tinha vínculo afetivo. Explicável, pois, como já descrito, havia uma autoridade repressora em sua família. Não que em Maria não houvessem sentimentos e que ela não buscasse um relacionamento completo com alguém. Mas, ao menos na época em que conheceu João, a atitude recorrente dela era essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samara havia dito a Maria que João era pau pra toda obra, que ele freqüentava todas as festas, que elas poderiam usufruir dele de alguma forma. Enfim, um trouxa à disposição delas. Apesar de não confiar totalmente em Samara, Maria, como já dito, precisava arejar a mente, festar, conhecer gente nova. E se aproximou de João, a princípio, com os mesmos objetivos que Samara tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo, as ligações de Maria para João eram mais freqüentes do que o contrário. No princípio, ele era um conselheiro para problemas amorosos, carona para festas, entre outras funções. Sempre coadjuvante. Um belo dia Maria se flagrou ligando para João em plena segunda-feira, um dia totalmente atípico para badalações em uma cidade interiorana como aquela. Sem saber exatamente o motivo, Maria simplesmente sentiu vontade e ligou. Isso porque nem a hipótese de ficar com João havia passado pela cabeça dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma festa, numa boate da cidadezinha, na qual Maria foi com João e várias amigas (colegas). Acabou por beijar um gordo que dias atrás ela havia dito que odiava. Ia embora com João, foi embora com uma amiga que estava ficando com um rapaz, essa amiga iria “arranjar” Maria para outro, no final da noite depois da balada. Como João estava por perto e o gordo tinha namorada, Maria pensou em, no dia seguinte, ligar para João e pedir para que não comentasse nada sobre o ocorrido. E assim o fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era sábado. Maria já estava com segundas intenções para com João. Ligou pra ele. Ele atendeu e disse que não estava com vontade de sair, pois tinha acabado de chegar de viagem. Ela disse que gostaria. Ele perguntou se ela havia combinado com mais alguém. Ela disse que ainda não. Ele disse beleza, vamos sair. Pegou Maria na casa dela e depois teve de pegar outra amiga, que ligou. A amiga que ligou não foi pra balada, só deu uma volta com eles. Eles, João e Maria, decidiram ir à mesma boate na qual Maria havia beijado o gordo. Antes, decidiram parar num posto para abastecer e beber algo. Maria achava que João, no posto, tomaria alguma atitude mais íntima, no sentido de ficarem juntos um pouco, curtir. Não, João teve conversas evasivas, Maria achou ele inseguro no começo, depois chegou até a pensar que ele não estaria interessado, o que era quase impossível na cabeça dela. Ficou na passiva, ela era mulher, não iria tomar atitude, ele que o fizesse. Foram pra balada, visitaram o camarote da Tha, amiga de João, dançaram de leve. Maria acabou por encontrar um bonito ficante, um dos que Samara havia apresentado. E ficou com ele. E foi embora com João. Sentiu um clima patético no ar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciúme que Maria sentia por João era visível. Sempre que algo acontecia, mesmo que pequeno, Maria tomava alguma atitude impulsiva. Não era nada anormal, era um sentimento genuíno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um sábado anterior ao sábado de carnaval daquele ano. Maria convidou João para uma festa, pagode (nem Maria, nem João gostavam muito de pagode), numa cidadezinha ainda menor que aquela em que moravam. Na verdade, Leopoldina, uma colega de trabalho de Maria, estava interessada em João e pediu pra que Maria, que não tinha nada com ele, o convidasse para a festa. Maria até gostaria de sair apenas com João, mas, ao mesmo tempo, também estava curiosa para ver que pé que dava aquela situação. João passou no local onde elas trabalhavam para pegar os convites e combinar o horário onde se encontrariam. Combinaram de, Maria e João, que moravam relativamente perto, encontrarem Leopoldina na festa às 23h. E assim não houve. João e Maria tiveram que buscar Leo na casa dela, pois ela teve problemas e não pode no horário combinado. Foram pra festa. Maria se fez de difícil para vários homens que chegaram para conversar com ela. Em alguns momentos, ficou perto de João. Em outros, não. No final, bem no final, quando já estavam indo embora, Maria beijou o mais feio da festa. Ironicamente, ao mesmo tempo em que beijava o cidadão, que estava dentro de seu Audi A3 modelo 93, a saia de seu vestido verde se levantou com o vento que passava na hora, mostrando sua calcinha fio-dental. Ficou com vergonha. Foi embora com João e, no meio do caminho, recebeu a ligação de Leopoldina, pedindo para ir com eles, pois os amigos dela decidiram não ir embora. Maria, quando chegou em sua casa, pediu para ver um beijo de João em Leo. Maria fez este pedido e até hoje não sabe o porquê. Depois de meia hora da partida de Leo com João (João levou primeiro Maria), Maria sentiu vontade e mandou um SMS para João: “Adorei ir com vc na festa. Boa noite.”. E João respondeu: “Eu também adorei. Mas eu queria ficar com você, não com ela”. No dia seguinte, Maria ligou para João, com o objetivo de “tirar satisfação”, pois João havia prometido ligar para a “amiga” Leo. João disse um sonoro “não deixe mais ela atender o seu celular quando eu ligo pra você!” – pois Leo às vezes tinha essa petulância. E mais: “eu não disse que iria ligar pra ela”. Maria concordou. Maria disse para João que Leo não havia deixado eles irem juntos e sozinhos embora da festa porque ela estava com ciúme, e com medo de que eles (João e Maria), ficassem. João concordou, disse que o medo dela era coerente. Maria pensou que seria bom encontrar João naquele domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você vai passar aqui?”, perguntou Maria a João. João respondeu que sim. “Beleza. Eu vou subir um pouco, lá na loja da Samara, pra falar com ela. Me liga quando estiver chegando.”. Maria então subiu e encontrou com Samara, que estava totalmente louca. Samara pediu ajuda, pediu que Maria não saísse de perto dela, pois estava completamente lesada pelas drogas usadas na festa rave da noite anterior. Maria disse: “OK.”. Foi quando ouviu seu celular tocar, era João. “Você já chegou na loja da Samara?”. “Sim, ela está aqui do meu lado.”. “Droga. Eu estava ligando pra você exatamente pra dizer que não queria que você fosse aí... Agora ela vai querer ir embora junto com a gente!”. “Ahhh... Se você tivesse me ligado um minuto antes! Ela acabou de me falar que quer ir embora junto com a gente mesmo!”. “Que saco. Mas beleza, to passando aí.”. João passou e pegou as duas. Samara estava louca, não parava, e tinha muita sede. Foram para o apartamento de Samara, buscar um remédio dela. João e Samara ficaram no carro, Maria subiu. Começou a chuviscar. Maria, na volta, não conseguia fechar a porta de saída do hall, João então foi ajudar. Samara ficou no carro. Chuva torrencial, muita chuva. Maria a João ficaram parados na porta, para o lado de dentro. O temporizador da luz os deixava, por alguns instantes, no escuro. Um dos dois sempre acendia a luz. “O que a gente faz com ela?”, perguntou Maria. “Não sei.”, disse João. Maria, em pensamento, pediu para que João tentasse uma aproximação, roubasse um beijo, alguma coisa. Nada houve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava gripada, dias antes do carnaval. Maria precisava receber o dinheiro de seu último mês de trabalho, antes de se mudar para outra cidade. Pediu ajuda para João, para que ele a levasse até a loja. João concordou. Passou na casa de Maria e foram. Na volta, Maria pediu para ir a um fast-food, no drive-thru. Foi quando recebeu  ligação de seu “amante profissional”, aquele, que ela conheceu naquela mesma balada em que ficou com o gordo (mas conheceu em outro dia), e com quem se divertiu bastante depois de ficar. Depois que desligou o celular, como era de praxe nessas horas, imediatamente puxou um assunto totalmente diferente. E faz cara de paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de se mudar para uma cidadezinha pouco mais próxima da capital, Maria foi passar o carnaval em sua cidade natal (e nas cidadezinhas das redondezas). No dia em que iria viajar, foi gravar um CD numa lanhouse e entrou no Messenger. Por acaso, João estava online. Como não havia alguém para levá-la na rodoviária, resolveu pedir ajuda a João. João, aceitou novamente. Em 20 min estava na casa de Maria. No caminho, Maria resolveu falar algumas coisas. Coisas do tipo “...todas as minhas amigas estão namorando, só eu que não...”. “... é chato, não tenho nenhuma amiga solteira pra sair comigo...”. “... ao mesmo tempo, acho que também quero namorar...”. Chegaram na rodoviária, João carregou as malas de Maria até o ônibus. Deu um rápido beijo no rosto e um rápido abraço. Despediu-se e foi embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de passar o carnaval em sua cidadezinha natal, Maria ainda voltou para a cidade de João. Dias antes de chegar, avisou João. João respondeu: “Me liga quando você vier pra ficar mais dias.”. Maria então, mesmo ainda gripada, resolveu sair com seu “amante profissional”. Amante que, ela sabia, não havia futuro. Ele tinha namorada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No carnaval, Maria percebeu que seu ciclo menstrual estava alterado. Não descia havia alguns dias, acima da média de outras vezes, nas situações de stress. Ficou realmente preocupada. Estava se divertindo bastante no carnaval, mas o que poderia ter ocorrido foi antes. Numa noite, pensou em João e mandou a mensagem mais sem pé nem cabeça que já mandara: “Eu acho que você vai ser titio.”. No mesmo momento, João ligou: “Que mensagem é essa?”. “Não ta descendo.”. “E o que eu tenho a ver com isso?”. “Ué, você é meu irmão, não é?”. “Lógico que não! Pirou?”. “Eu achei que fosse...”. “Ta louca? Então eu digo que quero ficar com você e você me diz isso?”. “Mas eu achei...”. “Maria, não sou seu irmão e nunca serei... Se a gente nunca ficar junto, ótimo, mas eu nunca serei o seu amiguinho gay!”. “Desculpa, não foi isso que eu quis dizer...”. “OK. Se tiver algum problema ou algo interessante pra falar, me liga. Caso contrário, NÃO! Tchau!”. Maria ficou contente e, ao mesmo tempo, triste com a conversa. Até hoje ela não sabe o porquê. Só sabe que o SMS que mandou era realmente sem a menor noção. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se mudou para a cidade onde iria morar com a família de um de seus tios, e ainda com a sua avó doente, Maria já estava, um pouco, a gostar de João. Ou, pelo menos, já havia decidido, mesmo que inconscientemente, investir nele. Apesar de morar com muita gente e viver cercada de pessoas em todos os momentos, Maria muitas vezes sentia um vazio imenso em seu coração. E era exatamente nessas horas em que mandava mensagens para o celular de João. Ela realmente não tinha certeza se o sentimento que tinha era proveniente de sua própria carência afetiva, ou se João era definitivamente uma pessoa interessante. Mas uma coisa ela sentia: João transmitia uma segurança incomum, não apenas aquela em que as pessoas um pouco mais experientes transmitem. Parecia que ele havia vivido muito mais tempo, tinha sempre pensamentos e respostas coerentes e inteligentes para tudo. Por isso, Maria se sentia totalmente amparada e confortável ao lado dele. E ela sentia que João era uma pessoa totalmente do bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria, com certa freqüência, ligava para João. Ou mandava SMS. João sempre atendia ou respondia prontamente as iniciativas de Maria. Maria se sentia totalmente confortável em falar com João. Não tão confortável quanto na época em que gostava de João apenas como amigo. Nesse novo momento, Maria procurava controlar a distância de tempo entre uma comunicação e outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abril. Maria havia programado de visitar sua mãe, na cidade de João. Sua mãe havia combinado um churrasco com uns amigos. Maria combinou de ficar um pouco com ela e, depois, sair com João. Aliás, disse para ela que conheceria João naquela noite. Ligou para João e combinou de saírem, que ele passasse na casa onde ela estaria, à noite. Quando João chegou, Maria e sua mãe estavam esperando por ele, na porta, pois João havia se perdido no caminho. Fazia muito frio. João disse “Oi.”. Maria disse: “Você não vai sair do carro?”. João: “Sim.”. João saiu do carro, cumprimentou Maria e pensou que a mãe dela fosse uma amiga. Saíram. Foram num barzinho razoável da cidade, chamado Juca. Maria estava levemente insegura, mas decidida a ficar com João. Ao mesmo tempo, como ficar com João era uma coisa incerta, já que ele era imprevisível, Maria olhava para outros homens no bar. Foi quando João disse que uma ex dele estava no local. E Maria perguntou se ele tinha vergonha dela. João prontamente disse que não, e também que não gostava de jogos. Beberam um pouco, conversaram. Maria chegou até a mentir, dizendo que desde que mudara não havia beijado ninguém. Foram para outro bar, onde uns amigos de João estavam. Não chegaram a entrar, ficaram no carro ouvindo “Up in Arms” do Foo Fighters. João resolveu levar Maria para casa. Despediram-se dentro do carro com um beijo no rosto. Maria saiu. João também saiu e resolveu dar um beijo em Maria. João disse: “Eu quero você faz tempo.”. Maria, só por protocolo, disse: “Mas nós somos amigos...”. João: “Que ótimo, não?”. E beijaram-se pela primeira vez. Um beijo bastante simples. Curto. Maria foi abrir o portão de sua casa e João lhe pediu mais um beijo. Este um pouco mais longo. João foi embora. Maria recebeu um SMS: “Adorei. Amanhã quero mais. Me liga.”. No outro dia, por protocolo, Maria não ligou.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3826128006580826815?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3826128006580826815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3826128006580826815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/captulo-viii-o-envolvimento-ou.html' title='CAPÍTULO VIII: O envolvimento (ou desenvolvimento, como preferir). Versão de Maria.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-8748546303761012519</id><published>2008-07-29T13:45:00.001-03:00</published><updated>2008-07-29T13:46:47.566-03:00</updated><title type='text'>PS.:</title><content type='html'>Publicarei mais sobre beleza. Masculina e feminina. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Without time.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-8748546303761012519?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8748546303761012519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8748546303761012519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/ps.html' title='PS.:'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-2641550750520778041</id><published>2008-07-29T13:30:00.004-03:00</published><updated>2008-07-29T13:45:27.059-03:00</updated><title type='text'>As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.</title><content type='html'>&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-17b36ce7fbd18e1b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D17b36ce7fbd18e1b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331146166%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D11E5D3A820F0EB5887502DFABC22306559AEBF22.725146F39FF79FDC90ADB3EAC5351A1513778DF0%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D17b36ce7fbd18e1b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DPUilfX1QaDQOUrc-hr77fSgzIYc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D17b36ce7fbd18e1b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331146166%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D11E5D3A820F0EB5887502DFABC22306559AEBF22.725146F39FF79FDC90ADB3EAC5351A1513778DF0%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D17b36ce7fbd18e1b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DPUilfX1QaDQOUrc-hr77fSgzIYc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa frase do Vini não poderia ser mais coerente. Como ele, eu também prefiro as bonitas. E não estou falando como homem hetero, mas como quem trabalha, estuda, vive e, por isso, precisa conviver com tipos diversos de pessoas. Há exceções para toda regra? Para quase todas. Para esta que estou a escrever existem. Poucas, mas existem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bonitas vivem, são amadas, têm menos complexos e amarras. Estão acostumadas a serem bem tratadas e, por isso, tratam bem as pessoas. Sorriem. Elas têm o problema de terem de provar, diariamente, que são inteligentes, mas é só isso. Não jogam na defensiva, não se ofendem com facilidade. Tampouco na ofensiva, pois não precisam. São alegres por natureza, vivem bons relacionamentos, confiam nas pessoas com mais facilidade. São menos ortodoxas, fazem menos planos, pois sabem que não há como planejar algo com tantas pessoas amadas e amáveis por perto, querendo a sua presença. Mulheres bonitas são seguras. E podem provar que beleza, ao contrário da máxima popular, pode por uma ótima mesa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-2641550750520778041?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=17b36ce7fbd18e1b&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2641550750520778041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2641550750520778041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/as-feias-que-me-perdoem-mas-beleza.html' title='As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4288330475996194380</id><published>2008-07-29T13:06:00.002-03:00</published><updated>2008-07-29T13:09:15.365-03:00</updated><title type='text'>News</title><content type='html'>Este blog, logo após eu terminar de publicar a história de J e M, vai se transformar num lugar de entretenimento e curiosidades. Texto, sempre. Ficção, sempre. Aliás, sobre ficção criarei histórias, novas. Sobre J e M, ainda faltam 3 capítulos: desenvolvimento, conclusão e "póstumo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;That´s it.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4288330475996194380?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4288330475996194380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4288330475996194380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/news.html' title='News'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1325891686770706592</id><published>2008-07-26T22:12:00.002-03:00</published><updated>2008-07-26T22:15:16.644-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Muitas pessoas não acreditam no poder da criatividade ficcional alheia. Isso é realmente muito triste. &lt;em&gt;I´ll prove.&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Now&lt;/em&gt;, 100% &lt;em&gt;without time&lt;/em&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1325891686770706592?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1325891686770706592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1325891686770706592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/muitas-pessoas-no-acreditam-no-poder-da.html' title=''/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4507691023035808381</id><published>2008-07-20T22:37:00.003-03:00</published><updated>2008-07-21T12:53:52.894-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>- Não confio nela.&lt;br /&gt;- Mas ela não presta ou tem algum problema muito grave?&lt;br /&gt;- Não... Ela é bacana... E não tem grandes problemas... Que eu saiba.&lt;br /&gt;- Então... Você não acha que está sendo muito radical?&lt;br /&gt;- Sinceramente, desta vez não... Estou bem flexível.&lt;br /&gt;- Querido... Nas coisas do coração, na vida, dois mais dois não são quatro.&lt;br /&gt;- Eu entendo... E concordo. Mas... Confiança é ou não é.&lt;br /&gt;- E por acaso você não errou também? Por acaso ela não tem algum motivo para estar magoada?&lt;br /&gt;- Errei, errei. Tem, tem. Mas errei muito menos.&lt;br /&gt;- Mas isso não é lógico? Ou você queria errar o mesmo que ela? Mais experiência, menos erro.&lt;br /&gt;- Eu já havia pensado nisso.&lt;br /&gt;- Então...&lt;br /&gt;- Existem várias coisas e fatos que não te contei... Não tomo uma decisão baseado em uma coisa ou outra... É todo um contexto.&lt;br /&gt;- Eu sei, eu te conheço muito bem. Mas sabe, eu acho que ela é bacana.&lt;br /&gt;- Porque diz isso?&lt;br /&gt;- Das mulheres que passam pela sua vida, você se envolve de verdade com poucas... E, sinceramente, não foi apenas uma vez que vi você com uma cara boba de feliz ou com cara de cachorro manso, de saudade.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bullshit&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;- Eu te conheço.&lt;br /&gt;- Sim, me conhece. Mas eu te conheço muito mais. Pára com isso.&lt;br /&gt;- Por acaso vocês tinham estabelecido algum tipo de compromisso?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;That´s it&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Kiss my ass&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;- Que boca suja! Relaxa e se entrega, viva! Se não der certo, aí sim, manda um &lt;span style="font-style:italic;"&gt;fuck off&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;- Tenho trilhões de outras prioridades.&lt;br /&gt;- Todo mundo tem, e sempre vai ter! Liga pra ela e acaba logo com isso.&lt;br /&gt;- Que liga o quê! Se liga você. Não vou acabar, só por causa de uma conversinha pouco convincente, com a promessa que fiz a mim mesmo.&lt;br /&gt;- Que promessa?&lt;br /&gt;- A de não tomar atitude ativa, enquanto houver, mesmo que pequeno, um sentimento.&lt;br /&gt;- Mas ela já tentou entrar em contato?&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- E...&lt;br /&gt;- Normal.&lt;br /&gt;- Você não acha que, se esperar muito, o sentimento de ambos vai acabar e aí sim nenhum terá motivo pra entrar em contato?&lt;br /&gt;- Mas esse é o objetivo, ora bolas.&lt;br /&gt;- Nossa, que coração de pedra! Se eu não te amasse tanto eu iria mandar você à merda agora.&lt;br /&gt;- Você é louca... Dessa história você conhece algumas coisas só, não sou de falar muito, não tenho paciência. Você sabe.&lt;br /&gt;- Não tem coração, isso sim.&lt;br /&gt;- Tenho. Unzinho só, mas tenho.&lt;br /&gt;- Qual é o problema, meu Deus?! Acha ela muito feia? Gorda?&lt;br /&gt;- Você sabe que ela não é feia. Gorda também não, apesar de estar alguns quilinhos acima do peso.&lt;br /&gt;- Você gosta dela?&lt;br /&gt;- Por tempo limitado. Não preciso dela pra nada.&lt;br /&gt;- Mas ela também não precisa de você pra nada! E, se ela tentou falar com você, é simplesmente porque gosta. A questão é essa: gostar ou não.&lt;br /&gt;- Se o mundo fosse maniqueísta assim, tudo seria muito mais fácil. Depois vem me falar que dois mais dois não são quatro.&lt;br /&gt;- Mas será o benedito?! Não dá pra conversar com você! Você tem respostas pra tudo, e sempre lógicas e racionais! Que tal sentir, no lugar de racionalizar?&lt;br /&gt;- Eu sinto. Eu sinto muito. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;I´m trying. But&lt;/span&gt;...&lt;br /&gt;- Mas o quê? Nossa, eu amo profundamente você, e juro que ainda verei novas atitudes com relação aos seus sentimentos, que eu sei que são maravilhosos.&lt;br /&gt;- Eu juro a mesma coisa.&lt;br /&gt;- Pra mim?&lt;br /&gt;- Não, pra mim mesmo. Aliás, eu acho que é por isso que a gente se dá tão bem: eu tenho cérebro e, você, coração. Somos praticamente o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pink&lt;/span&gt; e o Cérebro!&lt;br /&gt;- Rsrsrs. É verdade.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Funny&lt;/span&gt; mesmo. Rosa e boba igual o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Pink&lt;/span&gt;, cabeção e ranzinza igual o Cérebro. Nós!&lt;br /&gt;- Não vai me falar tudo? O que houve naquela noite, a última vez, que você não pode falar?&lt;br /&gt;- Não houve nada que eu não possa falar. Houve simplesmente a cereja cinza do bolo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;dark&lt;/span&gt;. Algo simples e fatal.&lt;br /&gt;- ?&lt;br /&gt;- Humilhante.&lt;br /&gt;- ?&lt;br /&gt;- .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4507691023035808381?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4507691023035808381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4507691023035808381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/no-confio-nela.html' title=''/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4222190090941160294</id><published>2008-07-13T20:28:00.002-03:00</published><updated>2008-07-14T07:51:35.006-03:00</updated><title type='text'>Digressão.</title><content type='html'>Sinceramente, não sei porque lembrei disso. Afinal, já faz quase um ano do ocorrido. Estava mal do estômago. Não estava afim mas, coagido, fui numa balada com uns amigos. Não sei se era uma terça ou quarta-feira, pouco importava, eu estava em férias. Balada lotada. Bebi um copo de cerveja, não dancei, não falei com ninguém, não havia me divertido até então. Eu raramente tenho asia, acho que na minha vida inteira tive duas vezes, esta e uma outra há poucas semanas. O copo de cerveja caiu mal, fui tomar ar num local afastado da muvuca, perto de uma das janelas que estava aberta e entrava o ar gelado do inverno. Era perto da porta de saída, aproveitei para conversar com uma amiga que estava lá, esperando o namorado buscá-la. Após uma breve conversa sobre família (éramos amigos de longa data, eu conhecia a família dela e vice-versa), resolvi voltar à muvuca. No caminho, fui interpelado por Paola (o nome era este mesmo, quem me conhece sabe que eu não o esqueceria), que perguntou se eu estava acompanhado. Devagar, pois eu não estava no melhor momento para receber cantada, respondi que não. Paola então me disse que uma amiga dela gostaria de me conhecer, perguntou se eu estaria disposto a ir até ela. Paola era bonita, apesar de ter 19 anos e aparência de 25. Pensei: deve ser estranha (é por isso que eu raramente dou bola nesse tipo de situação, mas o caso era outro) mas, se for igual a ela, eu topo. Disse: vamos lá. Paola foi na frente e, no caminho, fiquei imaginando como seria a tal da Rafaela. Paramos numa mesa onde havia um casal conversando com entusiasmo. Uma loira muito bonita (provavelmente a mais bonita da festa) e um rapaz moreno de óculos. Paola chamou os dois e me apresentou. A loira era Rafaela e, o rapaz, um boiola (daqueles que aparentam ser hetero) amigo delas. Conversamos nós três um pouco. Depois, falei com pouco mais de empolgação com Paola, houve uma sintonia, ela era engraçada. Finalmente, investi em Rafaela. Com classe, naturalmente. Apaixonado por outra pessoa e sabendo que essa outra estava com outro, eu estava tranqüilo. Era certo que ficaria com Rafaela, mas, também era certo de que seria mais uma que não faria a menor diferença, mesmo sendo tão bela. Houve extrema sinergia nos gestos e nas palavras antes do primeiro beijo. Aliás, eu acho que foi o melhor beijo de primeira que recebi na minha vida. Porque você sabe que, mesmo se os dois beijam bem, o de primeira pode sair confuso, inseguro, reticente, sem sincronia alguma. O de Rafaela foi perfeito. Meus amigos viram tudo e, depois, ainda presenciaram eu negar fogo para uma menina (não lembro se era bonita) e para a minha ex, que estava na festa. Foi literalmente uma balada atípica, uma festa-surpresa. Principalmente pra quem nem queria sair de casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4222190090941160294?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4222190090941160294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4222190090941160294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/digresso.html' title='Digressão.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4523350341700615648</id><published>2008-07-10T23:20:00.000-03:00</published><updated>2008-07-10T23:21:11.708-03:00</updated><title type='text'>A diferença entre o ordinário e o extraordinário é aquele pequeno "extra".</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4523350341700615648?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4523350341700615648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4523350341700615648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/diferena-entre-o-ordinrio-e-o.html' title='A diferença entre o ordinário e o extraordinário é aquele pequeno &quot;extra&quot;.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4764238309026631446</id><published>2008-07-09T19:43:00.001-03:00</published><updated>2008-07-09T22:49:05.515-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO PÓSTUMO ESPECIAL.</title><content type='html'>Jamais. João nunca havia sonhado com a mulher pela qual estava apaixonado na época. Bom, nem foi tão na época assim, quase 9 meses depois da última vez em que se viram, a vez final.&lt;br /&gt;Estavam numa loja de antiquário. João foi lá pra ver alguma coisa que esqueceu na hora. Maria foi com uma amiga. Quando se olharam, João foi até Maria e disse oi. Quando percebeu João, Maria fechou a cara. João então lhe deu um beijo no rosto. Maria impassível. Não contente, João pediu a Maria um abraço. Maria nem se mexeu. João queria dar em Maria um abraço daqueles movidos a uma saudade que com palavras perderia totalmente o poder. Nem que fosse à força. Foi se aproximando de Maria, tocou seus cabelos olhando para ela, sem dizer nada. Maria nesse momento tentou com toda a sua vontade segurar o choro e, quando João veio lhe abraçar, usando um pouco de força, Maria tentou se debater dizendo que ele havia sumido de sua vida, que em todo lugar que ia pensava em como seria com ele junto, que até sua mãe havia perguntado dele. João ouvia sem dizer nada e, com força, aproximava o corpo de Maria contra o seu. Maria desistiu de segurar sua vontade de chorar, desistiu de resistir. E se abraçaram com força. João sentiu vontade, mas, como sempre, conseguiu segurar a emoção.&lt;br /&gt;Quando acordou deste sonho, João achou estranho. Primeiro a loja de antiquário: João odiava coisas antigas. Segundo por sua própria atitude: achou que, se provavelmente visse Maria, sua atitude seria calmamente política. Terceiro, a atitude de Maria ao dizer aquelas palavras: pois no pensamento dele ela também tentaria demonstrar tranqüilidade.&lt;br /&gt;Muito estranho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4764238309026631446?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4764238309026631446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4764238309026631446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/captulo-pstumo-especial.html' title='CAPÍTULO PÓSTUMO ESPECIAL.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-569844972989843803</id><published>2008-07-09T19:42:00.000-03:00</published><updated>2008-07-09T19:43:34.141-03:00</updated><title type='text'>"Pequenas coisas só afetam as mentes pequenas".</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-569844972989843803?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/569844972989843803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/569844972989843803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/pequenas-coisas-s-afetam-as-mentes.html' title='&quot;Pequenas coisas só afetam as mentes pequenas&quot;.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-6134982581150603428</id><published>2008-07-07T13:36:00.002-03:00</published><updated>2008-07-07T13:38:20.233-03:00</updated><title type='text'>Wait...</title><content type='html'>Preciso terminar logo essa história pois tenho muita coisa engraçada pra contar. Sobre ela, publicarei mais 4 textos. Ou 5, no máximo. Versões separadas. Começarei amanhã. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tonight, without time&lt;/span&gt;. Kung Fu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-6134982581150603428?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6134982581150603428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6134982581150603428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/wait.html' title='Wait...'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7123611801616338259</id><published>2008-07-07T13:34:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T18:55:26.538-02:00</updated><title type='text'>Piada velha.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SHJF7CDMN6I/AAAAAAAAAOs/0uffnPWlXeM/s1600-h/funny+pictures+lost-dog.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SHJF7CDMN6I/AAAAAAAAAOs/0uffnPWlXeM/s320/funny+pictures+lost-dog.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220311798540679074" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7123611801616338259?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7123611801616338259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7123611801616338259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/piada-velha.html' title='Piada velha.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SHJF7CDMN6I/AAAAAAAAAOs/0uffnPWlXeM/s72-c/funny+pictures+lost-dog.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-9077573058636214149</id><published>2008-07-07T10:39:00.000-03:00</published><updated>2008-07-07T10:41:20.357-03:00</updated><title type='text'>Good, God.</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-9077573058636214149?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/9077573058636214149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/9077573058636214149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/good-god.html' title='Good, God.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1636964056891996339</id><published>2008-07-04T14:45:00.002-03:00</published><updated>2008-07-04T20:50:04.346-03:00</updated><title type='text'>Digressão: duas versões de uma mesma verdade.</title><content type='html'>Nosso relacionamento não está bom, de verdade.&lt;br /&gt;Por isso, nunca disse para alguém que&lt;br /&gt;Quero investir em você para sermos felizes.&lt;br /&gt;Eu realmente penso que&lt;br /&gt;Essa é a ordem natural das coisas.&lt;br /&gt;Sinto em meu coração que&lt;br /&gt;Não valeu a pena todo esse tempo.&lt;br /&gt;Além disso, nunca pensei que&lt;br /&gt;Nossa relação chegaria nesse nível.&lt;br /&gt;Todo dia chego à conclusão de que&lt;br /&gt;Somos incompatíveis.&lt;br /&gt;Seria mentira se dissesse que&lt;br /&gt;Amo você.&lt;br /&gt;Com toda a minha sinceridade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem sabe se, olhando de baixo para cima, linha por linha, você consiga enxergar esta declaração sob um novo ângulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criei, óbvio, inspirado na minha amiga de classe, Clarice.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1636964056891996339?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1636964056891996339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1636964056891996339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/digresso-duas-verses-de-uma-mesma.html' title='Digressão: duas versões de uma mesma verdade.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-8025153329348873302</id><published>2008-07-03T08:11:00.003-03:00</published><updated>2008-07-03T23:16:46.831-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO VII: O início (both).</title><content type='html'>Não se sabe quem conheceu Samara primeiro. Mas o fato é que eles se conheceram através dela. Totalmente imatura e imprevisível, talvez por ser adolescente de verdade, 2 anos mais nova que Maria, Samara era quase sempre colega de todos. Às vezes, amiga de alguns. Ou não. Para Samara, a vida era um constante jogo de interesses e poder. Poder este que, mesmo ínfimo, fazia questão ostentar.&lt;br /&gt;Maria gostava de Samara, trabalhavam juntas. Conhecia sua índole &lt;span style="font-style:italic;"&gt;over&lt;/span&gt; e temperamental, totalmente sem discernimento, mas procurava relevar esse expoente &lt;span style="font-style:italic;"&gt;darkside&lt;/span&gt; para desfrutar a melhor parte da colega: Samara morava sozinha. E não perdia uma festa. Ótima companhia para quem tinha acabado de terminar um tumultuado relacionamento.&lt;br /&gt;João conheceu Samara através de amigas de amigas de amigos de amigos, etc. Não importa, nem ele sabe. De cara achou bonita, gostosa, inteligente, inconseqüente, presunçosa, fútil, interesseira. Características que, na verdade, eram uma unanimidade. Resolveu conhecê-la. Não se sabe o porquê, talvez intuição. Não que João, como homem hetero, não tinha sentido atração física por Samara, mas ele sempre teve em mente que não valeria a menor das penas investir.&lt;br /&gt;Maria, nessa época, buscava um namorado novo e, ao mesmo tempo, tentava afogar a depressão do namoro anterior ficando com vários. Alguns, amigos ou colegas de Samara. Alguns, no apartamento de Samara. Ou no de outras pessoas.&lt;br /&gt;João nessa época não estava nem aí pra nada nem ninguém. Não queria compromisso algum. Não se sabe o porquê, especializou-se em ficar com mulheres improváveis. Bonitas, mas improváveis. Dessas que se xaveca por esporte, sem a menor pretensão.&lt;br /&gt;E foi assim, sem a menor pretensão. Maria já sabia que João era amigo de Samara. João já sabia que Samara era amiga de Maria. Mas não se conheciam pessoalmente. Se conheceram num dia em que João foi visitar Samara em seu local de trabalho. Maria estava em outro local e viu o vulto de alguém, do sexo masculino, indo em direção à Samara. E foi até lá correndo, pois os amigos de Samara eram sempre uma nova “possibilidade”.&lt;br /&gt;Nessa primeira impressão não conversaram, apenas se olharam.&lt;br /&gt;João não viu nada de mais. Tampouco Maria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-8025153329348873302?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8025153329348873302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8025153329348873302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/captulo-vii-o-incio-both.html' title='CAPÍTULO VII: O início (both).'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-125529139566928261</id><published>2008-07-02T23:31:00.001-03:00</published><updated>2008-12-10T18:55:27.214-02:00</updated><title type='text'>Nothing.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SGw6SRBqlBI/AAAAAAAAAOk/ac14SJfW6Og/s1600-h/1604%2520Speedo%2520man%2520flying%2520a%2520kite-half.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SGw6SRBqlBI/AAAAAAAAAOk/ac14SJfW6Og/s320/1604%2520Speedo%2520man%2520flying%2520a%2520kite-half.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218610153698006034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-125529139566928261?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/125529139566928261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/125529139566928261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/nothing.html' title='Nothing.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SGw6SRBqlBI/AAAAAAAAAOk/ac14SJfW6Og/s72-c/1604%2520Speedo%2520man%2520flying%2520a%2520kite-half.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-5147153293632738150</id><published>2008-07-01T17:35:00.000-03:00</published><updated>2008-07-01T17:36:13.863-03:00</updated><title type='text'>Digressão: mágoa e tristeza não são a mesma coisa.</title><content type='html'>No dicionário, se você procurar, vai encontrar uma palavra na outra, mas nunca no topo. Pois não são a mesma coisa. Principalmente em relacionamentos. &lt;br /&gt;A tristeza tem origem num percentual, já conhecido e mesmo que pequeno, de que algo não muito bom poderia acontecer. E que virou fato. &lt;br /&gt;A mágoa é uma surpresa. Uma ingrata coincidência que confundiu amor (próprio) com humilhação, e também virou fato.&lt;br /&gt;A tristeza é efêmera, a mágoa não. Não que esta dure para sempre, mas, como uma surpresa – e surpresas, como o próprio nome diz, podem acontecer a qualquer momento –, ela tem o extraordinário poder de destruir aquilo que dizem ser a última coisa a morrer: a esperança.&lt;br /&gt;A tristeza cicatriza. A mágoa, marca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-5147153293632738150?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5147153293632738150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5147153293632738150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/07/digresso-mgoa-e-tristeza-no-so-mesma.html' title='Digressão: mágoa e tristeza não são a mesma coisa.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-323349045528540240</id><published>2008-06-30T23:50:00.001-03:00</published><updated>2008-06-30T23:51:50.663-03:00</updated><title type='text'>Compromisso.</title><content type='html'>O autor promete que os próximos capítulos serão começo, meio e fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-323349045528540240?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/323349045528540240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/323349045528540240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/compromisso.html' title='Compromisso.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3412483223829303105</id><published>2008-06-30T01:12:00.002-03:00</published><updated>2008-06-30T01:13:10.572-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO VI: Aversão (both) – Parte 2 (final).</title><content type='html'>Este capítulo deveria se chamar acusações. Mas as acusações descritas aqui aconteceram apenas em pensamento, e geraram atitudes reativas em Maria e João. A pergunta que fica é: quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?&lt;br /&gt;Impaciente, inseguro, arrogante e pretensioso eram alguns dos pensamentos que Maria tinha sobre João. Adolescente, imatura, inconseqüente e não-confiável era o que achava João, sobre Maria. Se bem que não-confiáveis, como já descrito, os dois eram. Ou, no mínimo, cada um tinha como causa de suas atitudes suspeitas a atitude inicial do outro. Ou seja: o velho e conhecido “não fui eu quem começou”.&lt;br /&gt;Mas quem será que começou? Maria jamais deixaria, ou deixou, seu celular com João por meio segundo. João garantia que não mas, para fazer o mesmo, pensaria duas vezes. Mensagens e ligações feitas ou recebidas, suspeitas, eram comuns, ambos. Era João virar as costas em qualquer ambiente para Maria pegar o aparelho. João não tirava seu principal meio de comunicação do bolso, onde quer que ia.&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3412483223829303105?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3412483223829303105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3412483223829303105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-vi-averso-both-parte-2-final.html' title='CAPÍTULO VI: Aversão (both) – Parte 2 (final).'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1920190957805192115</id><published>2008-06-28T22:46:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T22:53:01.395-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO V: Comunicação (ambos).</title><content type='html'>Maria não confiava em João e vice-versa. 0%. Ela tinha motivos, pois João tinha atitudes descomprometidas, dizeres idem. Sempre em companhia de bonitas amigas, sempre dando a entender uma liberdade meio fugitiva. Uma fugitiva do compromisso.&lt;br /&gt;João, analítico, baseava sua nula confiança em Maria com fatos e histórias. Fatos que viu, histórias que ouviu.&lt;br /&gt;É por isso que a comunicação entre eles, pessoalmente, era sempre truncada. Não há liberdade de expressão com um rabo preso. Imagine com dois. À distância batia a saudade, por isso tudo era mais fluido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1920190957805192115?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1920190957805192115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1920190957805192115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-v-comunicao-ambos.html' title='CAPÍTULO V: Comunicação (ambos).'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-5070039142000974413</id><published>2008-06-28T22:29:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T23:06:58.357-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO IV: A boa parte (versão de Maria).</title><content type='html'>Que o S2 de Maria vivia repleto de desejos reprimidos você já sabia. A parte boa dessa história é que Maria era decididamente uma boa pessoa, do bem. Tinha discernimento, sabia se comportar, era inteligente apesar de tantos chavões na cabeça. Ela acreditava em chavões, em ditados populares – João odiava. Maria tinha um grave problema: passado e presente eram tão presentes em sua vida que, muitas vezes, sua mente ficava totalmente confusa. Com João, enquanto com João, não foi diferente. A nostalgia e o saudosismo seqüestraram-lhe o coração quando esteve, por certo período, em sua cidade natal. No começo era estranho e ao mesmo tempo uma aventura, mas depois Maria começou a gostar muito de estar com seu passado, a ponto de confundir o sentimento que tinha por João, seu presente. Misturou tudo. Tão tudo que João nem se esforçou para descobrir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-5070039142000974413?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5070039142000974413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5070039142000974413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-iv-boa-parte-verso-de-maria.html' title='CAPÍTULO IV: A boa parte (versão de Maria).'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1719322427603343746</id><published>2008-06-28T21:54:00.003-03:00</published><updated>2008-06-29T23:06:40.865-03:00</updated><title type='text'>Digressão: toda parte boa tem seu contraponto.</title><content type='html'>Hoje estive em São Paulo pra resolver um problema e acabei voltando pra casa sem resolver dois. Sem falar que perdi o aniversário de um grande amigo, o Butt-Head. O bom é que nesse meio tempo, como de costume, pensei sobre a vida (quem foi pra Sampa nos últimos meses sabe o quanto se tem tempo pra pensar na vida quando se está no trânsito). Pensei que tudo tem o gosto doce do quero mais e o amargo da golfada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom é que todos buscam quem faz a diferença; o ruim nessa hora é que a união faz a força.&lt;br /&gt;O ruim é que a idade chega; o bom é que ela chega, mas traz.&lt;br /&gt;A parte boa junto é a companhia; a ruim é junto se afogar na rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganhar não é tão bom quando a segunda colocada é o seu amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gostei. Acho que estou precisando viajar pra minha cidade natal. Farei isso semana que vem. Preciso descansar a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Att.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1719322427603343746?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1719322427603343746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1719322427603343746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso-toda-parte-boa-tem-seu.html' title='Digressão: toda parte boa tem seu contraponto.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-2786095449559528103</id><published>2008-06-28T21:44:00.001-03:00</published><updated>2008-06-29T23:06:22.653-03:00</updated><title type='text'>Digressão NON-SENSE Grand Prix.</title><content type='html'>Outro dia o Edson Aran, editor chefe da revista Playboy, disse que a agressividade de um blog é inversamente proporcional ao tamanho do pênis do autor. Eu acredito nisso. É verdade tanto quanto é verdade que pessoas genuinamente geniais gostam de ensinar, a mostrar. É verdade tanto quanto é verdade que, no topo do Everest, não há mais motivos para querer aparecer. Nessa hora, o que vale, é incentivar a subida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-2786095449559528103?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2786095449559528103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2786095449559528103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso-non-sense-grand-prix.html' title='Digressão NON-SENSE Grand Prix.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4505905649679659235</id><published>2008-06-26T00:15:00.004-03:00</published><updated>2008-06-29T23:06:02.448-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO IV: A boa parte (versão de João).</title><content type='html'>Boa parte do tempo Mar, ops, João e Maria ficavam separados. E essa era a parte boa. De cidades diferentes, muito do carinho que rolava entre os dois era emitido através de meios de comunicação: bizarramente, o que era esquisito e às vezes péssimo pessoalmente era maravilhoso via celular e outros meios. Mas fato é fato, e o fato é que João se apaixonou. Não daquelas paixões adolescentes, nas quais imprudência e cegueira formam uma dupla mais que dinâmica em atitudes homericamente desastrosas. Mas sim, foi um sentimento genuíno. De saber que se gosta, e se é gostado. Teve até uma noite, num jantar, em que uma amiga disse para João: “Olha quanto casal, só nós estamos encalhados...”. E João: “Nós não, escreve aí: até 23h vou receber um recado de Maria.”. Não deu outra: João recebeu o recado e foi correndo mostrar para a amiga, que fez cara de paisagem. &lt;br /&gt;Estar feliz e distante de seu amor fez de João um novo homem. Principalmente nas festas. João adorava festas. Mas, nessa época, ia para se divertir com os amigos e nada mais, sem a menor pretensão de flertar com mulheres. E, como não era de praxe, foi nessa época que algumas mulheres atacaram-no, uma literalmente. Não foram muitas e não foram seres do sexo feminino, foram mulheres mesmo. E João sabia não ter um relacionamento oficial com Maria. Além do que, pelo histórico, João tinha a certeza de que lá do outro lado, em outro lugar no mapa, Maria nunca perderia uma boa oportunidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4505905649679659235?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4505905649679659235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4505905649679659235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-iv-boa-parte-verso-de-joo.html' title='CAPÍTULO IV: A boa parte (versão de João).'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-4445955281570308645</id><published>2008-06-24T10:17:00.001-03:00</published><updated>2008-06-29T23:05:45.147-03:00</updated><title type='text'>Frio.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;O FRIO CHEGOU.&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;I´m still trying to keep this time fenomenal.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Os próximos capítulos já vêm. &lt;em&gt;Without time.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-4445955281570308645?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4445955281570308645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/4445955281570308645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/o-frio-chegou.html' title='Frio.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3111154672548376266</id><published>2008-06-22T00:26:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T23:05:28.805-03:00</updated><title type='text'>Digressão.</title><content type='html'>Existem inúmeras maneiras de aumentar as oportunidades de qualquer pessoa em conquistar quem quer que seja. Todas elas remetem a um aumento de aura, o campo vibratório de cada um. Quanto maior a aura, maior é o âmbito de pessoas simpatizantes. Uma dessas maneiras é exercitar o corpo: a energia física de quem pratica exercícios é contagiante porque aproxima os músculos do tecido epitelial, esticando-o e passando para ele a força do vigor; além da endorfina enviada ao cérebro. Outra maneira é a mental, aquela de quem pratica meditação e consegue chegar a um estágio de não-pensamento; não é fácil, mas é totalmente possível a qualquer pessoa, basta treinar. Uma outra maneira, também de extrema eficiência, é estar apaixonado. Brilho nos olhos, na pele, no cabelo. Tudo fruto da felicidade (e, mais uma vez, das endorfinas enviadas ao cérebro) latente em que se encontra uma pessoa. Não à toa, é nessa época, em que estamos comprometidos e felizes, que aparecem inúmeras pessoas interessadas em você.&lt;br /&gt;E isso explica o próximo capítulo, sobre João.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3111154672548376266?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3111154672548376266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3111154672548376266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso_22.html' title='Digressão.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-8168390050362844257</id><published>2008-06-18T18:34:00.001-03:00</published><updated>2008-06-29T23:05:14.428-03:00</updated><title type='text'>Forgive me.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Os dois textos abaixo ficaram fracos. &lt;em&gt;Sorry&lt;/em&gt;, falta de tempo.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-8168390050362844257?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8168390050362844257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8168390050362844257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/os-dois-textos-abaixo-ficaram-fracos.html' title='Forgive me.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-828323736755129356</id><published>2008-06-18T01:19:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T23:04:48.785-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO III: Aversão à João – Parte 1.</title><content type='html'>Ela não tinha certeza se era insegurança ou arrogância. O fato é que as atitudes e dizeres de João tinham um “ar” autoritário e ao mesmo tempo indiferente. A ponto de ele dizer “não sentir ciúme algum, de nada nem ninguém”. Maria não entendia. Totalmente passional, ela aprendera a controlar suas vontades devido à já descrita filosofia materna. Contudo, sua vontade de tomar alguma atitude para provocar João, ou mesmo humilhá-lo, era instintiva. Queria fogo, queria amor, queria surpresa, queria viver o que não havia vivido em seu mal-sucedido romance anterior. “Já fiquei com muito melhores, não sei o que há”, pensava consigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-828323736755129356?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/828323736755129356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/828323736755129356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-iii-averso-joo-parte-1-ela-no.html' title='CAPÍTULO III: Aversão à João – Parte 1.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-8001212021245460203</id><published>2008-06-18T01:17:00.003-03:00</published><updated>2008-06-29T23:04:26.298-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO III: Aversão à Maria – Parte 1.</title><content type='html'>Não sabia se era para provocar ou humilhar, mas João sempre fazia cara de paisagem quando um homem bonito passava perto e Maria fitava-o. Ou quando um carrão parava ao lado no semáforo, mesma situação. Maria parecia insistentemente reafirmar para João a sua dele condição de “não o suficiente” para ela. Ele fingia não perceber e não se importar pois, ao mesmo tempo, ela mostrava pequenas provas de afeto. Mas, no fundo, tais atitudes eram como “cutucadas” com força máxima em seu ego e, ao mesmo tempo, um pressentimento de que algo ainda pior poderia vir. “Mulheres melhores e mais interessantes já passaram e passarão pela minha vida, não vou me preocupar”, dizia consigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-8001212021245460203?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8001212021245460203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/8001212021245460203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-iii-averso-maria-parte-1-no.html' title='CAPÍTULO III: Aversão à Maria – Parte 1.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-2505093333064665165</id><published>2008-06-17T01:34:00.001-03:00</published><updated>2008-12-10T18:55:27.491-02:00</updated><title type='text'>Pic.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFc-8ah3BJI/AAAAAAAAAN0/7fqwjcUpswM/s1600-h/0648%2520Deserted%2520beach-half.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFc-8ah3BJI/AAAAAAAAAN0/7fqwjcUpswM/s320/0648%2520Deserted%2520beach-half.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212704301339051154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-2505093333064665165?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2505093333064665165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2505093333064665165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/blog-post.html' title='Pic.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFc-8ah3BJI/AAAAAAAAAN0/7fqwjcUpswM/s72-c/0648%2520Deserted%2520beach-half.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-547533458796183973</id><published>2008-06-17T01:31:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T23:03:18.770-03:00</updated><title type='text'>Digressão.</title><content type='html'>Quem assiste Globo News sabe: minha amiga Luciana Ávila pintou os cabelos de loiro. Ok Lu, você vai continuar sendo a mais linda e sexy jornalista da TV paga, mas devo confessar que perdeu atitude. Aparentemente, lógico. Morenas quando se tornam loiras perdem atitude. Loiras quando são convertidas a morenas perdem a pose. Morenas são autoconfiantes, loiras são atraentes. Estas são as descrições básicas da psicodinâmica das cores capilares, pra mulheres. Homens que mudam muito a cor do cabelo você sabe o que são. Cosmopolitas. HAHA.&lt;br /&gt;Morenas são pra casar, loiras não (esta foi preconceituosa, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;sorry&lt;/span&gt;). O fato que até os 23 anos eu nunca havia me apaixonado por uma loira e, quando cheguei a esta conclusão, aconteceu. Não vou contar agora, estou ocupado com outro texto, eu só queria mesmo falar da Lu. Outra coisa: eu odeio quem diz “louras”, com “u”, em meio a um palavreado pseudo-escol. Vá ler Shakespeare!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-547533458796183973?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/547533458796183973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/547533458796183973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso.html' title='Digressão.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3227279021194331674</id><published>2008-06-15T18:37:00.002-03:00</published><updated>2008-06-29T23:02:14.661-03:00</updated><title type='text'>DIGRESSÃO NON-SENSE 2.</title><content type='html'>Ultimamente tenho visto muita gente mascar chiclete na hora do almoço. Com o almoço dentro. Será que tem chiclete junto com o arroz? &lt;br /&gt;Gente que passou fome? Não. Gente grande, gente fina. Incrível.&lt;br /&gt;Não sei como masco chiclete, mas acho que deve ser diferente de como mastigo algo em que o estômago recebe comida, e não saliva.&lt;br /&gt;Preciso me policiar. Muitas vezes tenho apenas 15min pra comer. Será que ando fazendo o mesmo?&lt;br /&gt;Vou instalar uma “câmera escondida” aqui na cozinha de casa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3227279021194331674?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3227279021194331674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3227279021194331674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso-non-sense-2.html' title='DIGRESSÃO NON-SENSE 2.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-6011582802645359760</id><published>2008-06-15T18:36:00.004-03:00</published><updated>2008-06-29T22:59:22.376-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO II: Maria.</title><content type='html'>Bonita. Não de uma beleza clássica, daquelas de fazer motorista bater atrás e ter de pagar. Não. Por falar em “atrás”, ela parava o trânsito sim, pelo derrière que tinha. Daqueles que causam transtornos psicossomáticos em terras tupiniquins. Temperamental, vivia entre a prisão dos conceitos perturbadoramente retrógrados de sua família e os seus próprios, de liberdade e impulsividade absolutas. O “fazer primeiro e pensar depois” tinha um sentido especial para Maria, pois, depois de tanto andar na linha, esperava ansiosamente para desfrutar pequenos momentos e “ser quem é”. Momentos em que as cabeçadas fariam inveja a qualquer atacante de pequena área. De seleção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-6011582802645359760?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6011582802645359760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/6011582802645359760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-ii-maria.html' title='CAPÍTULO II: Maria.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3671770422602568023</id><published>2008-06-15T18:36:00.003-03:00</published><updated>2008-06-29T22:59:00.194-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO II: João.</title><content type='html'>Não era bonito. Tampouco tinha uma feiúra clássica. De capacidade analítica extremamente aguçada, muitas vezes perturbadora, João em certos momentos parecia pedante, agressivo, petulante. Seu maior problema sempre foi racionalizar o irracional. Sentimentos, por exemplo. Sentia uma necessidade premente de estabelecer “prós” e “contras” de qualquer fato, de toda pessoa. Sabia, exatamente, as qualidades e os defeitos de cada amigo, cada namorada, cada um de sua família. Nem sua cadela, hoje já morta, ficou fora de ser rotulada por suas “atitudes”. Dizia não ser “rotulador”, mas analista de fatos. E fato, você sabe, não se discute.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3671770422602568023?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3671770422602568023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3671770422602568023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-ii-joo.html' title='CAPÍTULO II: João.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7708859874987957348</id><published>2008-06-15T18:32:00.002-03:00</published><updated>2008-12-10T18:55:27.794-02:00</updated><title type='text'>There is nothing left to loose...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFWK3gHbVRI/AAAAAAAAANs/PNz0-q_O-v8/s1600-h/landscapes_desktop_wallpaper-171903palm_tree_beach.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFWK3gHbVRI/AAAAAAAAANs/PNz0-q_O-v8/s320/landscapes_desktop_wallpaper-171903palm_tree_beach.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212224829869741330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pra relaxar. O blog é de texto, mas já que uma imagem vale mais que mil palavras...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7708859874987957348?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7708859874987957348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7708859874987957348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/s-pra-relaxar.html' title='There is nothing left to loose...'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_m9OnVQaQRKY/SFWK3gHbVRI/AAAAAAAAANs/PNz0-q_O-v8/s72-c/landscapes_desktop_wallpaper-171903palm_tree_beach.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7041915213741688335</id><published>2008-06-12T00:25:00.001-03:00</published><updated>2008-06-29T22:57:00.178-03:00</updated><title type='text'>A SAGA DE MARIA E JOÃO CONTINUA... EM BREVE.</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7041915213741688335?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7041915213741688335'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7041915213741688335'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/saga-de-maria-e-joo-continua.html' title='A SAGA DE MARIA E JOÃO CONTINUA... EM BREVE.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-1703824190602122062</id><published>2008-06-12T00:12:00.008-03:00</published><updated>2008-06-29T22:57:46.823-03:00</updated><title type='text'>DIGRESSÃO NON-SENSE.</title><content type='html'>Pessoas sem conteúdo não podem trabalhar com nada que tenha algo relacionado a comunicação. Publicidade então, nem pensar. E conteúdo vem de infância, não adianta começar agora, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;forget.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diretor de criação posso falar pra um redator ou um diretor de arte: "Quero uma puta idéia!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem conteúdo, ele só ouve até puta. E vem com ela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-1703824190602122062?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1703824190602122062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/1703824190602122062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/digresso-non-sense-1.html' title='DIGRESSÃO NON-SENSE.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-364692778964780388</id><published>2008-06-12T00:06:00.005-03:00</published><updated>2008-06-29T22:56:19.432-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO I: A versão de Maria.</title><content type='html'>Maria, Maria era temperamental. Não. Era impulsiva. A ponto de tomar atitudes e se arrepender um segundo depois. Quase 10 anos mais nova que João, vivia em outra realidade, quase como uma adolescente. Não.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-364692778964780388?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/364692778964780388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/364692778964780388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-ii-verso-de-maria.html' title='CAPÍTULO I: A versão de Maria.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-9076565092226163006</id><published>2008-06-12T00:02:00.003-03:00</published><updated>2008-06-29T22:55:55.801-03:00</updated><title type='text'>CAPÍTULO I: A versão de João.</title><content type='html'>- Relaxa e goza, isso não é nada. A verdade é que nada mais me surpreende - declara João, do alto de seus 27 anos de experiência.&lt;br /&gt;Hugo havia contado sua última experiência amorosa, desastrosa. Helena fora cruel, sarcástica, dominadora. Não havia espaço, em lugar algum, para uma pessoa mais ela.&lt;br /&gt;João, num pseudo-namoro com Maria, dizia ter uma mentalidade totalmente liberal, sem frescuras, amarras ou ciúme. "Fuck off", "del", "cada um sabe o tamanho do p. que tem", eram frases que falava com freqüência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-9076565092226163006?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/9076565092226163006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/9076565092226163006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/06/captulo-i-verso-de-joo.html' title='CAPÍTULO I: A versão de João.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-5098147811948717636</id><published>2008-02-24T21:04:00.006-03:00</published><updated>2008-06-29T23:01:50.751-03:00</updated><title type='text'>EU TENHO MEDO DE GENTE MEDROSA.</title><content type='html'>Sinto um arrepio no cérebro ao ler um texto complacente. Ninguém que estudou minimamente pode ser tão subserviente a ponto de subjugar suas próprias conclusões intelectuais por comodismo, ou dinheiro. Principalmente em textos longos, como é o caso daqueles escritos pelos jornalistas. Eu falo dos jornalistas não por causa da “rixa” existente entre eles e os publicitários, mas porque outras profissões também escrevem (advogados, médicos, engenheiros, técnicos de informática, etc), mas geralmente são textos técnicos, &lt;em&gt;bore&lt;/em&gt;. O jornalismo é uma profissão multidisciplinar, pode discorrer (quando há uma base de estudo) sobre qualquer assunto. É por isso que meu cérebro vira do avesso quando intelectuais bem nascidos tornam-se putas pagas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há comparação entre o texto publicitário e o jornalístico, não farei analogias. E a questão não é ser melhor ou pior, a questão é a formação, a lógica. O publicitário é pago para vender, precisa persuadir a qualquer custo, inclusive com o custo da linguagem, a chamada “licença poética”. O jornalista, mesmo quando vende, foi formatado para obedecer a “lógica aristotélica” da língua. Jornalistas normalmente odeiam metáforas, hipérboles, ironias, cinismo, muito porque trabalham com informação/fato; e fato, você sabe, é ou não é. Publicitários são over, exagerados, agressivos. Jornalistas são formais, corretos, ortodoxos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há salvação para a unanimidade e para o pensamento comum, ô se há. Mesmo publicitário, tenho como exemplo um jornalista americano que leio desde a infância, muito bom. O nome dele é Henry Louis Mencken, já ouviu falar? Se não, procure no Google, vale a pena ler algumas pérolas dele. Mencken foi um crítico famoso por desmascarar falsos talentos e crenças irracionais, através de sua filosofia ao mesmo tempo objetiva e ácida. É verdade que cometeu inúmeras injustiças, como não poderia ser diferente: criticou o telefone, quando este foi inventado, dizia ser um aparelho fútil e sem utilidade prática, e que estava fadado ao fracasso. Perdoável, pois você sabe que um risco alto pode ser convertido em erro grande. E que o acerto grande é totalmente compensador. Tire o ceticismo de Mencken, delicie-se com sua ironia e, principalmente, com sua corajosa criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendeu de quê estou falando? Em todas as profissões e ofícios existe o elemento criatividade. E não há um ser humano que não tenha sido forçado, pelo sofrimento, a tirar suas próprias conclusões de vida – substituindo “a velha opinião formada sobre tudo”.  &lt;br /&gt;Ossos do ofício? Agenda setting, briefing quadrado, chefe ignorante, cliente que “está mandando porque está pagando” e muitas outras ossaturas inteiras para todos os gostos e aptidões. Não é isso que vai tirar a sua vontade de passar a bola entre as pernas do adversário, é? Por acaso você já viu algo sacal receber uma genuína honraria ao mérito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falo de ousadia infecunda, brigas banais, rebeldia sem filosofia. Falo de criatividade, de opinião, de posicionamento; coisas que invariavelmente fazem onde você está andar pra frente. Muito.&lt;br /&gt;Não deixe o futebol-arte se transformar em halterofilistas com a bola no pé. Faça com que aquela pessoa, que você nunca viu na vida, tome a iniciativa de começar o aplauso. Em pé.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-5098147811948717636?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5098147811948717636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/5098147811948717636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/eu-tenho-medo-de-gente-medrosa.html' title='EU TENHO MEDO DE GENTE MEDROSA.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-294842036826488509</id><published>2008-02-13T19:45:00.004-02:00</published><updated>2008-06-29T23:01:37.174-03:00</updated><title type='text'>MENTIRA BOA x VERDADE RUIM.</title><content type='html'>Mentira tem perna curta. A ignorância é uma benção. A carne é fraca. Uma andorinha só não faz verão. Tal pai, tal filho. Todo boato tem um fundo de verdade. Ser mãe é padecer num paraíso. Ri melhor quem ri por último. Quem cala consente. Quem espera sempre alcança. Devagar se vai ao longe.&lt;br /&gt;Se você acredita piamente em algumas dessas máximas populares (e existem inúmeras outras que eu poderia apresentar), também deve ter o costume de jogar merda no ventilador. Explico: nenhuma delas pode ser verdade absoluta e, portanto, não são representantes da verdade. Mas pra quê isso? Para apresentar a vocês o comparativo entra a verdade ruim e a mentira boa. &lt;br /&gt;Mentira boa é aquela que dura muito (nem todas têm perna curta). Pode ser também aquela que fazemos para proteger (a quem? aos outros ou a nós mesmos?). É aquela que a pessoa conta com convicção, não aquela que conta alguém com o sestro de revirar os olhos para o canto superior esquerdo; um mentiroso compulsivo (só ele não desconfia que todos o conhecem) nunca conta uma mentira boa. Existem mentiras maravilhosamente boas, como aquelas sobre vidas: mamãe casada, não conte que seu filho é só seu. Mentira boa pode ter as pernas mais longas do mundo, e tropeça. Invariavelmente.&lt;br /&gt;Verdade ruim. Ô bad news, ô bullshit, mas é verdade. Como o próprio nome está dizendo, verdade ruim é aquela que não queremos saber (porque a ignorância é uma benção, não?). Mas se pesquisarmos direito, saberemos aristotelicamente que não pode ser outra coisa senão uma verdade. E que serve para aprender. Aprender a parar de ser covarde, na maioria das vezes. Verdades são absolutas, não há relativos. Ao processar uma verdade você obtém outra, incrivelmente do mesmo tamanho e forma. Se sai diferente, é mentira boa.&lt;br /&gt;É verdade que verdades ruins agridem a sua esperança. Mas é real que uma belíssima mentira boa é a porta de entrada do mundo da fantasia, e que você sairá de lá, cedo ou tarde, com uma estrondosa, gigantesca, fenomenal e violentíssima verdade ruim. Eu particularmente prefiro levar um tapa na cara a perder uma perna.&lt;br /&gt;Para finalizar esta lógica, não há como deixar de pensar que (você já pensou nisso?): quem conta uma mentira boa jamais terá credibilidade para contar uma verdade, boa ou ruim. Já quem conta uma verdade ruim pode ser, a princípio, tachado de chato (olha só que pena mínima), mas tem toda a liberdade de ir e vir, sempre.&lt;br /&gt;Então, não seria correto dizer que toda verdade é boa e toda mentira é ruim?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-294842036826488509?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/294842036826488509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/294842036826488509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/mentira-boa-x-verdade-ruim-mentira-tem.html' title='MENTIRA BOA x VERDADE RUIM.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-2692887956493743451</id><published>2008-02-02T00:05:00.001-02:00</published><updated>2008-06-29T23:01:23.656-03:00</updated><title type='text'>Auto-ajuda.</title><content type='html'>Aproveite agora para ler os textos abaixo porque daqui pra frente só virá bomba. Ou melhor, nem leia. Ou leia. Eu acho que está meio melancólico, mas muita gente gosta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-2692887956493743451?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2692887956493743451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/2692887956493743451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/auto-ajuda.html' title='Auto-ajuda.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-829436218469501286</id><published>2008-02-01T23:54:00.002-02:00</published><updated>2008-06-29T23:00:58.842-03:00</updated><title type='text'>Provoque.</title><content type='html'>Em 2008, provoque. Faça acontecer. Esqueça os outros e faça o melhor de você, pra você, por você. Deixe o chavão da rotina menos pesado, apague suas preferências. Exercite sua criatividade, aprenda com seu inimigo: se é diferente, há algo a aprender com ele. Chame o frio de calor e vice-versa, o difícil de fácil, o amargo de doce, facilite o viver. Desafie. Chame este texto de piegas, mande o autor à merda, faça um texto melhor, com a sua cara. Provoque. Imite se precisar, mas não tente agradar a todos, não se torne descartável. Aceite elogios com orgulho genuíno e críticas como quem tem muito a aprender. Viva. Trabalhe para viver e não o contrário: compras vão, conquistas ficam. Faça de 2008 uma provocação pública, mude radicalmente se for preciso, sem-vergonha. Pra melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenha um feliz 2008!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-829436218469501286?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/829436218469501286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/829436218469501286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/provoque.html' title='Provoque.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7907703145905615649</id><published>2008-02-01T23:46:00.002-02:00</published><updated>2008-06-29T23:00:49.187-03:00</updated><title type='text'>Think small.</title><content type='html'>Experimente. Experimente pensar pequeno, quando a moda é pensar grande e passar por cima de tudo e todos pra se dar bem. Experimente lembrar de cada sentimento e sensação que você teve na vida, quando o que há de mais genial é ter raciocínio lógico, rápido e frio. Experimente usar a sua criatividade com cada pessoa que é importante pra você, quando o que a maioria faz é usar, a mesma criatividade, para vingar, ferir, magoar, em larga escala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense que pode ser piegas, mas é a pura verdade: grandes pessoas são grandes corações. E grandes corações foram feitos de detalhes tão mínimos que de fora as pessoas nem enxergam. Pergunte, mas faça isso agora, pra pessoa mais feliz que você conhece: o que a fez tão de bem com a vida? Ou faça melhor, pesquise, pergunte aos amigos dela. Se tiver tempo, faça ainda mais, conviva, saia com ela por alguns dias. Em poucas horas, aliás em poucos minutos, você vai perceber. São sorrisos genuínos, abraços, beijos, declarações de amor sem a menor pretensão, censura ou preconceito; conversas longas com pessoas que você julgaria como mínimas, insignificantes. Tudo pequeno, tudo detalhe, tudo essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde muito pequeno aprendi uma coisa: a não economizar, em nenhum sentido, com pessoas que valem a pena (com as que não valem nada sou cabeça-dura e tento diversas vezes até desistir). Fico extremamente desapontado com a mentalidade de pessoas que me perguntam “Porque você sai com fulana? Ela não tem nada a lhe oferecer...”. Pessoas não são objetos, pessoas não são brinquedos, pessoas não são descartáveis. Não pra mim. Aprendi muito cedo que quando você tem várias pessoas poucas vezes você não tem nada; e o contrário, quando você tem poucas pessoas várias vezes você tem uma história, uma vida. E não há nada de novo nisso: qualidade é um ponto, quantidade é o todo. Pois não é qualidade que todos desejam, em tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é novidade pra ninguém que podemos sentir solidão em meio a centenas de conhecidos, até amigos. E não há nada de anormal nisso, nascemos só. Cada um é único, um mero detalhe entre quase 7 bilhões de outros. Engraçado como alguns, senão a maioria, tentam numa ansiedade estapafúrdia mostrar-se fora-de-série, quando na verdade não são, porque ninguém é. Independente das virtudes e defeitos de cada um, os anseios, os sofrimentos, os fatos são os mesmos, iguais, idênticos, cópias quase perfeitas. Engraçado é quando descobrimos que ficar em silêncio ao lado da pessoa que gostamos e apenas sentir, sem pensar porque, como, quando, sem precisar falar, sem precisar de mais nada, é um dos maiores sinais de intimidade entre duas pessoas. Tudo coisas insignificantes. Tão insignificantes que qualquer idoso pode lembrar, pergunte pra algum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Think small, às vezes faz muito bem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7907703145905615649?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7907703145905615649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7907703145905615649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/think-small.html' title='Think small.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-7122181617708061938</id><published>2008-02-01T23:43:00.001-02:00</published><updated>2008-06-29T23:00:37.219-03:00</updated><title type='text'>As melhores histórias.</title><content type='html'>As melhores histórias acontecem assim: a pessoa que você nunca viu mais gorda entra na sua vida do nada. Do nada, ela coloca um primeiro objeto dentro de seu coração. Quase sem querer e com a ajuda do acaso, ela aparece nos momentos mais imprevisíveis da sua vida. Você não percebe a sua dela presença, ela também não a sua, porque não há flerte, há vida. Aos poucos, a mudança torna-se um pequeno acampamento, e essa pessoa vai visitar-lhe algumas vezes, apenas para fazer companhia, falar um oi, qualquer pequena atitude de um gigantesco carisma. Sem pensar, sem medo, essa pessoa te liga cobrando a sua participação, uma importante presença, de uma importante pessoa, na sua dela vida. Devagar, muito devagar, você começa a perceber. Percebe, e agora também consegue recordar, que alguns pequeninos detalhes formaram a mudança total e por tempo indeterminado que essa pessoa fez para dentro de seu coração. Percebe que o ranking de pessoas importantes para você sofreu uma forte mudança, um nome que não estava na lista, agora, “de repente”, está no topo. E, finalmente, você se assusta com sua própria nova atitude: o que antes considerava prisão, tornou-se liberdade.&lt;br /&gt;As melhores histórias acontecem assim: naturalmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-7122181617708061938?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7122181617708061938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/7122181617708061938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/as-melhores-histrias.html' title='As melhores histórias.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6125420974914917722.post-3857969097748488487</id><published>2008-02-01T23:40:00.002-02:00</published><updated>2008-06-29T23:00:22.360-03:00</updated><title type='text'>Mude.</title><content type='html'>Mude. Mas mude agora, nem que seja por um breve momento. Seja menos você, delete seus piores defeitos, só hoje. Hoje faça diferente, pratique o não-julgamento. Hoje decida ser uma pessoa melhor, imite seu ídolo, não há vergonha nisso, aprender é imitar. Seja um ótimo ator ou atriz, "irreconheça-se". Faça sempre para o bem, esse ótimo aperitivo do bem-estar. Mude. Mude aquela cara ranzinza de quem está com preguiça ou acabou de acordar. Aliás, acorde em novos horários, engane seu ritmo, quebre o planejado, fuja do óbvio, esse chato que nos persegue com sua companheira rotina. Fuja da insegurança do talvez, abrace com força a confiança da coragem; Goethe (não Paulo Coelho) já dizia: "... a coragem contém em si a força e a magia da realização...". Fuja do mais do mesmo, da moda, do quadrado, de cima do muro, do padrão, da regra, da conformação, do cinza. Tenha fé, com toda sua força. Fé na sua capacidade, inteligência, no seu poder de conquistar, de realizar, de amar. Por falar em amar, declare seu amor hoje. Se já é transparente, mude, "seqüestre-o" para um lugar inesperado, numa hora ainda mais incomum. Mude, faça diferente, faça melhor, seja menos você. Na máxima "coragem para fazer melhor" não há azar, só recompensas. Não busque recompensas, mude. Deixe de desejar objetos, deseje sentimentos verdadeiros, seja mais verdadeira. Mude. Mas mude radicalmente, só hoje. Faça com que as pessoas se espantem com sua melhora, sua nova atitude perante a vida. Viva. Viva o momento, logo após ler este texto, de uma forma totalmente nova. Não fale, apenas faça. JUST DO IT. Faça aquilo que tem vontade de fazer, fique com quem goste de você. Mas, principalmente, fique com quem VOCÊ goste, sem pensar. Mude. Mas faça por você, faça com vontade, ignore seus limites. Hoje. &lt;br /&gt;Faça tudo o que puder, só hoje. Até o dia em que a sua maturidade lhe mostrará que o amanhã será um hoje. E que o ontem, foi um delicioso hoje também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6125420974914917722-3857969097748488487?l=blogadario.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3857969097748488487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6125420974914917722/posts/default/3857969097748488487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogadario.blogspot.com/2008/02/mude.html' title='Mude.'/><author><name>Marcio Akio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07656787702434263669</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
